terça-feira, 1 de maio de 2012

Tecnologia da Confecção–Enfesto

 

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O Enfesto é a 4a. Etapa do processo produtivo da confecção de um determinado produto e consiste na colocação de uma camada (folha) de tecido sobre a outra, de forma a facilitar o corte simultâneo das peças comercializadas pela empresa. O comprimento do enfesto é definido pelo comprimento do risco, acrescido das tolerâncias (*).
Tipos de enfesto: Par e Ímpar. No enfesto par, há o casamento das folhas de tecido e no ímpar as folhas são dispostas sempre no mesmo sentido, ou seja, primeira folha com o lado direito para cima, todas as demais com o direito para cima. Primeira folha com direito para baixo, as demais com o direito para baixo.
Para enfesto par, os tecidos com pé e com sentido são proibidos devido a sua própria característica.
A quantidade de folhas de tecido é definida em função do pedido de peças, do equipamento de corte a ser utilizado e em função da instabilidade do tecido.

Cuidados no processo de enfesto:


1) Estiramento excessivo do tecido
2) Enrugamento do tecido
3) Controle de desperdício nas extremidades
4) Números de folhas x grade riscada
5) Descanso prévio dos tecidos de malha
6) Marcação dos defeitos do tecido
7) Casamento em uma das laterais do tecido


Evolução do processo de enfesto:


1- Enfesto manual - feito sem auxílio de máquinas. Duas pessoas dispõem o tecido sobre a mesa de corte, sendo um o responsável pelo casamento lateral de um dos lados do tecido. Este responsável é chamado de enfestador e o outro, de auxiliar de enfesto;
2- Enfesto mecânico - feito com auxílio de carrinho (máquina enfestadora) o qual transporta o rolo de tecido de um lado para o outro ao longo da mesa de corte. Neste enfesto são requeridas 02 pessoas. Um enfestador e um auxiliar;
3- Enfesto elétrico - feito com auxílio de carrinho elétrico(enfestadora elétrica) o qual programa-se o comprimento do enfesto, o número de folhas de tecido e o tipo de enfesto. Este enfesto necessita de somente 01 pessoa, a qual acompanha a disposição do tecido a fim de fazer o controle de qualidade.
(*) As tolerâncias variam de acordo com o comprimento do risco, da altura do enfesto, do material a ser enfestado e a perícia dos operadores.

 

Fonte: Site PORTAIS DA MODA | www.portaisdamoda.com.br

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

História do Bom Retiro

 

Foto do Bom Retiro

No século 19, a região do Bom Retiro, localizada entre os rios Tietê e Tamanduateí, era formada por algumas chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro" que nomeou o bairro. Estas propriedades eram usadas como retiros de fim de semana pela população abastada da cidade, como a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, hoje nome de uma das ruas centrais do bairro.
Os judeus que vieram para o bairro perseguidos por nazistas não eram agricultores. Então, eles entraram no comércio, de confecções. Vem daí um tipo de construção característica do Bom Retiro: prédios baixos, de dois ou três andares, com o comércio no térreo, que simbolizam a estrutura familiar com que eram tocados os negócios.
A partir da década de 60, começaram a chegar os sul-coreanos ao Bom Retiro. Estes imigrantes passaram a comprar as principais lojas do bairro, sobretudo nos anos 80, quando se beneficiaram de uma lei de 1982, que anistiava imigrantes ilegais. Neste período, os judeus começaram a migrar para bairros de caráter mais residencial. Isto aconteceu sobretudo porque as mais novas gerações de origem judaica constituíam-se de profissionais liberais que não quiseram continuar com os negócios da família.

Foto2 do Bom Retiro

O que antes era comércio familiar, se tornou estrutura empresarial. "Uma das coisas que a gente nota é a mudança nas vitrines da rua José Paulino, mais sóbrias na época dos judeus e mais ousadas com os coreanos", também observa o aumento no número de agências bancárias na região, o que atribui à maior circulação de dinheiro. a compra de imóveis pelos coreanos valorizou casas e apartamentos do bairro.
Atualmente, o Bom Retiro é praticamente um bairro coreano. Eles representam cerca de 70% das 2.000 empresas do Bom Retiro.
O bom retiro é uma região que oferece muito mais do que as lojas essenciais para o consumo de roupas e artigos relacionados à costura. Há ótimos restaurantes, sinagogas, casas de cultura, faculdade, prédios belíssimos, um parque maravilhoso, o museu de Arte Sacra, a Pinacoteca.
Passeando pelas ruas do Bom Retiro com um olhar aguçado percebemos os traços das diferente culturas que formam o bairro e consequentemente a história da cidade. A vida multiétnica toma conta do ambiente e você se percebe parte de um mundo dentro deste aqui: "o mundo do Bom Retiro".
Atualmente o distrito possui muitos moradores de baixa renda, principalmente de moradias coletivas. É o segundo reduto oriental da cidade, sendo conhecido como a "Liberdade dos coreanos", que controlam dois terços do comércio e da indústria de roupas da região.

 

Fonte: Site GUIA DO BOM RETIRO | www.guiadobomretiro.com.br

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A roupa ideal para o aniversário de 1 ano do seu bebê

 

A festa de 1 ano do filho é um ritual que gera muitas dúvidas entre as mães. Afinal, como equilibrar conforto e elegância?

Deborah Bresser

Foto: Getty

Na festa de um ano, a mãe não é a protagonista, mas é a anfitriã

"Meu filho faz 1 ano e não sei que roupa usar." A dúvida aflige muitas mães, e não apenas no primeiro aniversário. Ela pode não ser a protagonista da festa, mas é a anfitriã, e vive um dilema: precisa estar arrumada, mas não pode ficar desconfortável, para que possa acompanhar o ritmo da criança. Festa infantil é um tipo de compromisso social que não possui, no imaginário social, um código de vestir. É diferente de uma festa de debutante, um casamento, uma formatura. Neste caso, é preciso inventar um figurino.

“Roupa para o aniversário de 1 ano? Tem de unir conforto e beleza. É uma fase em que a mãe já pode ter voltado ao seu peso (ou não!). Se ela puder investir em uma roupa nova, pode fazer muito bem para auto-estima”, aconselha Mila Codato, mãe de Aurora, de 2 anos, e profissional que trabalha com Imagem Pessoal e Corporativa, com olhar dedicado para mulheres e mães – com direito a workshops, como o que ela vai ministrar dias 28 e 29 de abril, no Espaço Nascente (R. Grajaú, 599, Perdizes), com dicas para a volta ao trabalho.

Segundo ela, no primeiro aniversário do filho, vestido curto e salto alto ainda estão fora do vocabulário materno, mas isso não significa que a mulher não possa nem deva se arrumar, ou que precise se render ao combo básico: calça jeans e blusinha. “A roupa para esta ocasião requer movimento: ela vai abaixar e levantar para pegar o bebê, vai ficar com bebê no colo, mesmo que ele já esteja engatinhando ou andando.” O look final vai depender do local da festa, da estação do ano e do estilo da mãe.

A consultora de moda Vanessa Barone, autora do livro “Descomplique”, reforça que a roupa tem de ser confortável. “Sugiro usar calça, no lugar de saia ou vestido. Uma boa calça de alfaiataria, uma camisa de seda ou de algodão e um sapato de salto médio formam um trio à prova de erro. Ah, se der, a mãe deve levar uma camisa a mais, para o caso de o filhote resolver limpar a boca de brigadeiro na sua blusa”, aconselha. Para Vanessa, é bom também evitar blusas com golas moles, que ficam saindo do lugar. Acessórios muito pesados – como colares grandes, pulseiras grossas - podem atrapalhar os movimentos.

Manu Carvalho, consultora de moda e stylist, lembra que é bom evitar roupas com muito detalhe, como ganchos, argolas e fitas. “Coisas que possam enganchar, puxar , não devem ser usadas.” A questão é funcional: a mãe deve escolher um salto que saiba administrar, para evitar fadiga. Sobre as cores, Manu defende que não é dia para ir de preto. É o momento de usar cor. “A mãe quer estar chique e bem arrumada, é como se fosse a festa dela, ela é a anfitriã, e a anfitriã precisa ser a mais bonita da festa.”

Foto: AgNews

Mãe com fantasia? Só se for de brincadeira...

Mãe de três meninos, um de 8, outro de 6 e o caçula de 4 anos, a empresária Carol Delboni, que acaba de vender a Baby Basics, após quatro anos no comando da loja, lembra que o primeiro aniversário é muito especial, ainda que os protagonistas sejam ainda bebês e nem desconfiem o motivo de toda aquela comemoração. “É um ritual importante, um marco na vidinha daquele pequeno. E aqui vale o cuidado em não exagerar , justamente por conta de todos "especiais" que a data comporta: acaba-se pecando em excessos de decoração, convidados, roupas, atrações...”

Para Carol, tanto crianças quanto mães devem optar por um mix bacana de peças clássicas e outras mais despojadas, moderninhas. “Por exemplo, uma camiseta polo com uma calça sarouel, para meninos, ou na uma blusa tipo bata de gola redonda com uma saia baloné, para as meninas. Para as garotas é difícil sair do lugar comum que são os vestidos "bolos de festa", que deixam a criança com tudo, menos com cara de criança. Roupa de criança tem de ser confortável e prover liberdade de movimento.” Para as mães, vale a mesma regra, e a mistura de tecidos pode garantir esse contraste.

E quando a mãe resolve ir à festa de fantasia? “Ah... aí ela entrou no espírito, na brincadeira”, diverte-se Manu Carvalho. Como essa não é, normalmente, a proposta de uma festa de um ano, veja algumas dicas práticas da consultora Mila Codato, para escolher o figurino adequado.

Foto: Divulgação

Propostas de looks básicos para a festinha de primeiro aniversário

Festa diurna pede tecidos mais informais. Depois do bebê, o centro das atenções está em você, anfitriã da festa. Uma peça única como vestido longo, longuete ou na altura dos joelhos (pra garantir-lhe mobilidade) ou um macacão dão um ar mais arrumadinho ao visual. Se for um piquenique ou no jardim de casa ou do prédio: algodão, malha, tricô, linho são boas opções de tecido. Se for no bufê ou salão de festas (ambiente fechado) pode arriscar até uma seda, cetim, crepe.

Não esqueça que seu look requer mobilidade- abaixar-se, sentar no chão, pegar seu bebê no colo. Sapatilhas ou saltos mais baixos ou quadrados lhe permitem maior equilíbrio e agilidade.
Por conta da curiosidade dos bebês por novos objetos, as mães acabam de privando dos acessórios. Mas eles são a cereja do bolo e dão acabamento ao visual. Se a festa for pequena e você for a pessoa que vai ficar a maior parte do tempo cuidando de seu bebê, lenços (no pescoço, cabelo ou cintura), pulseiras e cintos são a melhor opção pra você. Se optar por colares, escolha materiais naturais que podem facilmente virar brinquedos sem risco de machucar o bebê (cerâmica, osso, madeira, couro, tecido). Se contar com a presença de outras pessoas que possam dividir os cuidados do bebê, pode ficar mais soltinha e colocar aquele par de brincos que ama e não usa há tempos. Se estiver amamentando, o acesso aos seios deve ser fácil. Botões ou decote transpassado, em V ou U podem ajudam.

Foto: Divulgação

Alternativas mais românticas para a ocasião

Pense na harmonia visual das fotos: o cenário, sua roupa, a roupa de seu bebê, do pai do bebê. Geralmente a decoração é colorida. A roupa do bebê costuma harmonizar com o tema, Escolha tons neutros pra você, estampas discretas ou se optar por cores em sua roupa, pense em algo que se integre ao todo. Se a decoração for mais monocromática, pode ousar mais em suas cores ou estampas. Mas sempre atente ao tom predominante no cenário para evitá-lo em seu look.

 

Fonte: Site IG/Moda | www.ig.com.br/moda

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sábado, 21 de abril de 2012

Jeans para praticar esportes radicais

 

Tecido que imita o denim compôs o uniforme da equipe americana de snowboard, em 2010, e, agora, chega ao mercado através da marca Burton que desenvolveu novos modelos

O uniforme da equipe americana de snowboard, nos jogos olímpicos de 2010, chamou a atenção de muitos praticantes do esporte. Geralmente vestindo roupas especiais para a neve, os atletas dos EUA surgiram usando uma peça um tanto conhecida pelo mundo: a calça jeans. O item, criado pela Burton Snowboard, não é denim autêntico, mas sim um tecido que imita o tecido. Agora, a marca especializada em roupas para a prática de esportes radicais resolveu ampliar a linha e manter o visual do jeans como opção entre o mix de produtos.

O que para muitos poderia ser uma peça desconfortável e desapropriada para a prática de esportes radicais, pôde ser a chance da Burton inovar nos uniformes da equipe americana de snowboard. Para aliar o visual do denim às necessidades dos atletas, a empresa desenvolveu um tecido especial, com aparência bem semelhante a do denim, que utiliza tecnologia de revestimento geralmente adaptada às roupas para a prática de snowboard.


Segundo a Burton, para alcançar o resultado foi desenvolvido um tecido antiaderente imitando a aparência do denim. Para o ser eficiente no esporte, a empresa usou um revestimento de flúor carbono estendido que dificulta a entrada da umidade externa.

De acordo com a empresa, inicialmente, essas peças não seriam comercializadas, mas após analisar a grande procura dos pilotos, a opção foi trazer o item para o mercado. Atualmente, a Burton desenvolve novos modelos com o tecido em modelagens diferentes, complementando a linha de calças e uma nova de jaquetas, também.

 

Fonte: GBL | Jeans

 

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