domingo, 16 de junho de 2013

Café Tecnológico–Audaces SP

convite_CafeTec_SP

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mesa Digitalizadora ou Digitalização por Foto Digital

 
Foto Site Audaces
 
Digitalização é o processo pelo qual uma imagem ou sinal analógico é transformado em código digital. Isso se dá através de um equipamento e software digitalizador de imagens (ou scanner, escâner, escâner) ou de um transdutor de sinais.
A utilização de dispositivos eletrônicos, como os escâner, permitem que documentos originalmente em papel e materiais similares, filmes negativos e positivos, microfilmes e microfichas sejam convertidos em arquivos digitais, acessíveis em computador. Com isso, grandes volumes de informação documental podem ser armazenados em ambiente digital, o que permite serem disponibilizadas e reutilizadas, como, por exemplo, em um sistema de Gerenciamento Eletrônico e Documentos, conhecido como GED ou em bancos de imagens ou áudio.
A digitalização também compreende, a conversão para o código digital de sinais de áudio e imagens em movimento (vídeos), originalmente em outros formatos como as gravações em discos fonográficos em vinil (sulcos) e em sinal eletromagnético analógico gravados em fios, fitas e discos magnéticos.
Há muito tempo desde que se introduziu o sistema CAD, no processo industrial das fábricas e confecções de vestuário o termo e o processo de digitalização passou a ser ferramenta fundamental para agilizar ainda mais esta etapa onde via uma mesa digitalizadora cujo o objetivo é de vetorizar os moldes de papel e levar o mesmo para dentro do sistema com isto o cadista e ou modelista, tem maior agilidade para após a digitalização da base de um modelo, trabalhar com suas possíveis variações transformando esta mesma base em um novo modelo, em poucos minutos.
Alguns anos se passaram e hoje com a evolução do processo da digitalização, e graças ao pioneirismo de uma empresa nacional, foi introduzido uma nova tecnologia onde via uma foto digital comum sem grandes exigência de tipos de câmeras e ou resoluções astronômicas em Megapixel foi possível ainda mais otimizar o processo da digitalização, reduzindo tempo, sem necessidade de ocupar o sistema CAD e ainda sem exigência de grande conhecimento e ou habilidade para operacionalizar esta solução chamada Digiflash da empresa Catarinense Audaces fardada a revolucionar o mercado de software no processo produtivo da moda.
É importante relatar que a “Mesa Digitalizadora”, ainda é uma ferramenta eficiente para o processo de digitalização, e eu pessoalmente não estou aqui querendo gerar um comparativo entre qual é o melhor processo entre este dois destacados, porém contra números e fatos não temos como contra argumentar, a família de digitalizadores da Audaces o “Digiflash, Digiflash Plus e o Digiflash XT”, são soluções de baixo custo, grande performance de velocidade produtiva visto que com apenas uma foto você digitaliza um modelo completo, indiferente de quantas partes o mesmo possua e a quantidade de informações técnicas que o mesmo tenha como pics, fio e ou marcações internas já a mesa por sua vez precisa de um operador com relativa prática e conhecimento, a digitalização é feita parte a parte e uma por vez e ainda nesta etapa o sistema CAD fica ativo, limitando para outros desenvolvimentos.
Desta forma minha sugestão para os profissionais de cad, modelista e empresários busquem maiores informações quanto a esta solução, solicitem um teste prático e analisem o custo benefício, tenho certeza que os que fizerem este desafio, optaram rapidamente pela renovação desta grande evolução que a empresa Audaces trouxe para o mercado nacional.
Quanto a mesa digitalizadora, posso até estar enganado, mas aposto que para os próximos anos cada vez mais veremos menos este produto nos pátios produtivos do mundo da moda.
Para maiores informações www.audaces.com.br
 
Fonte: Matéria: Robinson Leandro da Silva – Consultor Técnico | robinson@robmaqmoda.com.br | Tel.: 95039-4106
Republicação: 021-13 Blog Robmaq Moda | Blogueiro: Robinson Silva | Grupo Robmaq | www.robmaqmoda.com.br














quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Calcinhas da vovó" voltam a ser tendência e conquistam as mulheres

 

Já passou o tempo em que as mulheres se sentiam sexy e femininas apenas quando usavam lingeries ousadas, pequenas e com detalhes provocantes.
Como muitas das tendências de moda desaparecem e, depois de um tempo, reaparecem, não podia ser diferente com a roupa íntima. Afinal, quem anda ganhando espaço são as calcinhas mais largas, dos tempos da vovó, que voltaram para o guarda-roupa feminino.
Além do designer vintage, elas surgiram repaginadas, podendo ser uma peça sexy da mesma maneira que o modelo fio dental. Outro atrativo é que elas são voltadas para todas as mulheres, não só para as mais discretas ou acima do peso.
Internacionalmente, as calçolas já estão sendo muito usadas. Prova disso é a última campanha estrelada pela top Rosie Huntington-Whiteley para uma coleção de lingerie com calcinhas grandonas, da marca M&S Autograph.

Aqui no Brasil, as marcas também estão cada vez mais investindo nos modelos, com designers que é possível unir sensualidade e conforto em uma peça.
Por isso, o Virgula Lifestyle separou alguns modelos de lingeries dos tempos da vovó vendidas em lojas brasileiras para você se inspirar e entrar na onda!

Fonte: VIRGULA - Lifestyle | Matéria: Márcia Garbin | robinson@robmaqmoda.com.br | Tel.: 95039-4106
Republicação: 020-13 Blog Robmaq Moda | Blogueiro: Robinson Silva | Grupo Robmaq | www.robmaqmoda.com.br
 

domingo, 28 de abril de 2013

O Preço da Moda

 

São praticamente irresistíveis os vestidos de verão da Primark, a marca de fast fashion inglesa que faz a festa das turistas brasileiras e veste seis entre dez jovenzinhas na ilha da rainha. Com cinco libras e um corpinho de 20, dá para sair vestida à lá Kate Moss, a mais cool das modelos britânicas. Onde está o erro? A pechincha estilosa ficou politicamente incorreta demais depois do trágico desmoronamento de um edifício em Bangladesh onde são fabricadas essas peças, assim como parte da coleção da italiana Benetton, da espanhola Mango e da canadense Joe Fresh, todas grifes com lojas espalhadas pelos Estados Unidos e as grandes capitais européias. Papéis com logotipo de C&A e Wal-Mart também foram achados no cenário de destruição, morte e rolos de tecido colorido.

Ameaçadas de ter o dia descontado, costureiras foram obrigadas a trabalhar no prédio já com rachaduras aparentes e barulhos assustadores. Sexta-feira, o número de mortos estava em mais de 300 e pode aumentar, porque três mil pessoas estavam no edifício de oito andares antes de tudo virar escombros. Desde então, milhares de pessoas protestam nas ruas, furiosas e angustiadas com o novo desastre mais do que anunciado e a demora no socorro às vítimas. O dono do imóvel, como esperado, sumiu.

As imagens são horríveis e contrastam com a descontração da moda produzida nestas fábricas. É um negócio que responde por 80% das exportações de Bangladesh, emprega cerca de três milhões de pessoas, com salários médios de R$ 0,37 por hora, num trabalho sob constante pressão para cumprir o prazo exigido pelas empresas ocidentais, executado sem as condições mínimas de segurança, num dos países mais pobres do mundo.

Nada disso chega a ser surpreendente, talvez só a revolta diante da tragédia. Com pequenas variações estas tragédias se repetem e comprometem a reputação de empresas tão ricas e tecnologicamente sofisticadas como a Apple, que terceiriza a montagem de iPhones e iPads para a Foxconn, fábrica chinesa manchada por casos de morte e condições degradantes de trabalho — a denúncia rendeu ao “New York Times” um Prêmio Pulitzer. Ou a Zara, cujo dono está entre os homens mais ricos do mundo, mas que comprava produtos fabricados com trabalho escravo. O caso da Nike explorando o trabalho infantil foi um dos primeiros a virar escândalo, uma história já transformada em livro mas ainda em voga em pleno século XXI.

Em Bangladesh, ativistas contabilizam 700 mortes em acidentes de trabalho no distrito da moda na última década. O pior deles foi o da quarta-feira passada, que aconteceu apenas seis meses depois de um incêndio matar 112 pessoas trabalhando para a grife ENYCE — muito admirada pela turma do rap americano. Dois anos antes, dois outros incêndios acabaram com a vida de outras seis dezenas de costureiras terceirizadas da Gap e da H&M — também marcas de fast fashion, aquelas que rapidamente botam nas vitrines a moda caríssima desfilada nas passarelas pelas grifes de luxo a preços populares.

Desta vez começou uma troca de acusações nada elegante entre estes senhores da moda. Há seis meses, muitos deles tinham prometido assinar um acordo pelo qual financiariam a instalação de equipamentos contra incêndio nas fábricas asiáticas e comprometiam-se a só comprar de fornecedores com um comportamento pelo menos decente no trato com trabalhadores. A Calvin Klein, a Tommy Hilfiger e a alemã Tchibo assinaram o documento, mas muitas outras ainda esperam as concorrentes tomarem a iniciativa, preocupadas com as margens de lucro.

“É inacreditável que essas empresas ainda se recusem a assinar o acordo”, diz Sam Maher do grupo Labour behind the label (Trabalho atrás da marca).

A mudança de cultura só acontecerá com pressão de governos, ONGs e consumidores. No Brasil deu certo no caso dos frigoríficos que se comprometeram a não comprar carne de boi criado em área de desmatamento. E também parcialmente com a madeira retirada clandestinamente da Amazônia, que não tem mais lugar no mercado.

Os consumidores, mais do que as autoridades, têm poder. Muitos já escolhem evitar compras em empresas que corrompem governos, sonegam impostos, impõem péssimas condições de trabalho. Na hora de comprar fruta ou galinha, é fácil: têm a opção de pagar um pouco mais e sentir-se um pouco melhor — seja porque estão cuidando da saúde ou do meio ambiente. Mas no caso da indústria da moda é ridiculamente difícil: a maioria das empresas tem um código de ética cuidadosamente afixado nos sites mas nada disso está nas etiquetas. Só anunciam algodão orgânico, por exemplo, quando é para justificar um preço escandalosamente alto. A pressão dos consumidores pode dar resultados fantásticos, mas sozinha não faz milagres nem evita catástrofes. Os trabalhadores indefesos dos países mais pobres merecem ajuda do mundo ocidental.

Correção

O nome do autor de “Grândola Vila Morena” é Zeca Afonso. Zeca Araújo, como escrevi, é um grande fotografo do Rio.

 

<br />Policiais apresentam Mohammed Sohel Rana à imprensa, após sua prisão em Daca<br />Foto: STRINGER/BANGLADESH / REUTERS

Policiais apresentam Mohammed Sohel Rana à imprensa, após sua prisão em Daca STRINGER/BANGLADESH / REUTERS

DACA — O dono da fábrica que desabou em Bangladesh, matando centenas de trabalhadores, foi preso, neste domingo (28), quando tentava fugir para a Índia. A esperança de se encontrar mais sobreviventes nos destroços do prédio começa a diminuir.

Mohammed Sohel Rana foi preso por uma força de elite na cidade fronteiriça de Benapole, disse Haibiur Rahman, comandante de polícia de Dhâka, à agência Reuters.

 

Fonte: O GLOBO - Mundo | Matéria: Helena Celestino | robinson@robmaqmoda.com.br | Tel.: 95039-4106
Republicação: 019-13 Blog Robmaq Moda | Blogueiro: Robinson Silva | Grupo Robmaq | www.robmaqmoda.com.br
 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

'Fazendo história', diz modelo russa 'baixinha', destaque no Fashion Rio

Com 1,63m, Anja Konstantinova desfila para a Ausländer, que encerra a semana de moda carioca.

Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Felipe Panfili / AgNews)Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Felipe Panfili / AgNews)
Destaque do desfile da Ausländer no Fashion Rio, nesta sexta-feira, 19, a russa Anja Konstantinova, de 22 anos, mede apenas 1,63m, uma exceção para os padrões da moda.
"Sou a modelo mais baixa da indústria atualmente. Gostaria de acreditar que estou fazendo história", disse ela, que mora há 10 anos na Austrália e foi descoberta quando era recepcionista de um salão de beleza. "Acho ótimo que as modelos mais baixas tenham mais abertura porque a indústria se torna mais variada, e assim fica mais fácil para as pessoas se identificarem".
A maior parte dos trabalhos de Anja, porém, são campanhas. Passarela, como no caso da Ausländer, não é freqüente. "Não faço muitos desfiles, então estar aqui é um privilégio", contou. Ela garante que não se sente tão diferente assim das outras modelos. "Na minha cabeça, me sinto bem alta".
Anja chegou ao Rio na quinta-feira, 18. Visitou o Corcovado - "inacreditável", disse - e foi à praia no Arpoador. No sábado, 20, vai embora. "Queria ter mais tempo para aproveitar. A cidade é linda e as pessoas maravilhosas. O clima também é incrível. Não consegui visitar o Pão de Açúcar, mas esse é um motivo para eu voltar", brincou a modelo, que é apaixonada por gatos e por isso tatuou a palavra "cat" ("gato") na nuca e "meaow" ("miau") na parte interna do lábio.
Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Felipe Panfili / AgNews)Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Felipe Panfili / AgNews)
Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: André Muzell / AgNews)Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: André Muzell / AgNews)
Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Isac Luz / EGO)Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Isac Luz / EGO)
Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Isac Luz / EGO)Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Isac Luz / EGO)
Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Isac Luz / EGO)Anja Konstantinova no backstage da Ausländer no Fashion Rio (Foto: Isac Luz / EGO)


Fonte: EGO - Moda | Matéria: Ana Paula Andrade | robinson@robmaqmoda.com.br | Tel.: 95039-4106
Republicação: 018-13 Blog Robmaq Moda | Blogueiro: Robinson Silva | Grupo Robmaq | www.robmaqmoda.com.br