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sábado, 6 de abril de 2013

A medida certa para o seu corpo

 
Saiba o que muda com a nova padrão de medidas do vestuário!!!
Poucas pessoas sabem o perímetro de seu quadril, tórax ou cintura. Mas, a partir dos próximos meses, esses indicadores serão essenciais para quem deseja renovar o guarda-roupa. As medidas do corpo estarão impressas na etiqueta da roupa, ao lado dos números (36, 38, 40 etc.) e das letras (P, M e G) que conhecemos. O novo padrão tem potencial para mudar radicalmente o comportamento de quem busca uma peça nas araras. Em vez de pedir uma calça pelo tamanho, basta informar as medidas do corpo: 1,70 metro e 95 centímetros de quadril.
“Adoro comprar roupas no Brasil, mas nunca sei que número pedir”, diz a estilista americana Vera Wang, conhecida por seus modernos vestidos de noiva. “Tenho roupas que variam do 36 ao 40.” O drama da estilista é o mesmo de boa parte da população e só acontece porque não há normas para tamanhos de roupas. Nos Estados Unidos e na Europa, as medidas são padronizadas. Aqui, a indicação de tamanho é aleatória. O P de uma marca equivale ao M da outra, e assim por diante.
O primeiro setor a adotar a nova norma é o de confecção infantil. “Tive de aumentar o comprimento de algumas peças e reduzir o de outras”, diz o empresário Roberto Yokomizo, proprietário da marca YKZ. Ele segue à risca as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que orienta a padronização. Yokomizo ajustou seus moldes aos tamanhos definidos pela ABNT e criou uma etiqueta especial para cada numeração. Nela, coloca medidas como altura, perímetro do tórax e cintura da criança (ilustração abaixo).
O caos da numeração
Os dois extremos das medidas corporais, em roupas teoricamente de mesmo número
reprodução/Revista Época
Fontes: tamanhos divulgados por 47 fabricantes de roupas infantis e ABNT
O vestuário masculino deverá ganhar uma regra parecida em fevereiro. A ABNT ainda não definiu as medidas corporais de cada tamanho, mas se sabe que haverá roupas para três tipos físicos: atlético, normal e especial. A Adidas deverá usar a tabela de corpo atlético. A C&A, de normal. E as lojas que fabricam roupas para obesos a tabela de tamanho especial. A divisão já existia informalmente no varejo. “O problema é que cada fábrica criava tamanhos próprios para sua confecção”, diz Maria Adelina Pereira, da ABNT. “Agora, todas terão a tabela para se guiar.”
A tarefa de comprar roupas pela internet poderá ficar mais fácil. “O consumidor ainda não arrisca, porque não confia na numeração”, diz Roberto Chadad, da Associação Brasileira do Vestuário. “Ele não sabe se aquele símbolo estampado na etiqueta vai servir ou não em seu corpo.”
A numeração brasileira para adultos (36, 38, 40...) teve origem na prática de alfaiates franceses do início do século passado. Ela é a expressão, em centímetros, da medida que vai do ombro até a cintura. A referência é útil para a confecção de camisetas, blazers e paletós, mas não serve para calças, bermudas e saias. Sem norma para seguir, as confecções brasileiras ajustaram o manequim ao que imaginavam ser o corpo do cliente. O resultado é uma selva de tamanhos com o mesmo número. Pela dificuldade que apresenta, a padronização de medidas femininas ficou para o final. Espera-se que ela esteja pronta até o fim do ano.
A nova norma não é obrigatória. As confecções podem segui-lá ou ignora-lá. Grifes que desenham roupas para magros e altos podem recusar-se a adota-lá. A marca pode alegar que perde a identidade se alargar o perímetro do quadril ou encurtar o comprimento da perna.
Ainda é cedo para saber quais marcas vão ceder à pressão do mercado. Grandes magazines como C&A disseram sim ao novo padrão. Os consumidores ainda não se manifestaram.
reprodução/Revista Época
Fonte: REVISTA ÉPOCA | Vida Útil | Matéria: Luciana Vicária | robinson@robmaqmoda.com.br | Tel.: 95039-4106
Republicação: 016-13 Blog Robmaq Moda | Blogueiro: Robinson Silva | Grupo Robmaq | www.robmaqmoda.com.br










domingo, 8 de janeiro de 2012

Vestuário masculino vai ganhar novas medidas


As dificuldades dos homens de encontrar roupas que se ajustam ao corpo podem estar com os dias contados.
- Essa está larga demais. Me dá essa outra. Você tem outra aí?
- Tenho. Olha essa modelagem.
- Está vendo? Essa está muito grande. Está batendo quase no meu joelho. Mas eu vou experimentar pra poder ver, porque às vezes...
Encontrar a camisa perfeita é dificuldade também para o corretor de seguros Kenji Takahashi. “O meu número na verdade eu nem sei, porque varia tanto de loja pra loja que às vezes complica”.É, mas aquela história de experimentar vários modelos de calças, camisas de tamanhos diferentes pode chegar ao fim para os homens. As etiquetas do vestuário masculino agora vão além do P, M e do G. Os gordinhos e quem têm porte atlético vão ter medidas especiais.Se você vai comprar uma camisa tamanho M vai encontrar três opções: M convencional, M para pessoas atléticas e M especial pra quem tem a circunferência do abdômen maior. As regras foram criadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT, baseadas em um padrão internacional de medidas masculinas.
“Essa tabela vai realmente proporcionar ao consumidor, seja extremamente magro ou extremamente gordo, comprar de uma maneira correta”, declarou Maria Adelina Pereira, gestora Comitê Bras.Têxteis e Vest. – ABNT.
Numa fábrica em Belo Horizonte, a próxima coleção primavera-verão já virá com a nova modelagem. “O consumidor está mais exigente e se isso vai favorecer pro consumidor, com certeza que nós vamos adequar”, garantiu a gerente produção Márcia dos Santos.E já tem consumidor contando os dias pra fazer as compras com mais facilidade. “Quem gosta de experimentar é mulher. Pra homem é mais complicado. Quer comprar, já ir embora rápido, então acho que ficaria mais prático assim”, diz o vendedor Alysson Teixeira.

Fonte: G1

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Roupas masculinas terão novas medidas a partir de março




A partir de março de 2012, o homem terá que ficar mais atento às medidas de cintura, peitoral, estatura e colarinho. É que, para facilitar a compra de roupas como calças e camisas, ele poderá dar as referências ao invés de recorrer à antiga numeração.
Os itens foram definidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e estão sob consulta pública para ser homologados até o final do primeiro trimestre do próximo ano. A adesão pelas empresas de confecção, porém, não será obrigatória.
Segundo Maria Adelina Pereira, engenheira da ABNT, as empresas que aderirem terão que indicar na etiqueta as medidas usadas para a fabricação da roupa. As referências seguem o padrão internacional e foram validadas por modelistas do país.
Para as confecções femininas, não há definição de regras e prazo para consulta pública. As roupas infantis e juvenis já foram padronizadas e são comercializadas desde novembro de 2009 de acordo com as normas.
Além das medidas masculinas, outra referência que poderá auxiliar o homem a adquirir uma roupa é o tipo de corpo, dividido em atlético, normal e especial (para pessoas obesas). "Mas o principal será o tamanho das medidas do corpo", disse Maria.
A consulta pública ficará aberta durante 60 dias. As opiniões e sugestões podem ser dadas pelo site da ABNT (www.abnt.org.br). Qualquer pessoa pode participar, desde que preenchido o cadastro com dados pessoais.