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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A história da camiseta

Consultoria: Miti Shitara, professora de História da Moda da Faculdade Santa Marcelina
Você sabia que a camiseta, até o início do século passado, era usada somente como peça íntima? Saiba mais curiosidades sobre essa peça básica do guarda-roupa

Antigüidade - Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camiseta, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.
Século 4 - A camiseta continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para leva-lós. A camiseta era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.
1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.
Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camiseta era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.
Até início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.
1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.
2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.
1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.
1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.
1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.
Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.
Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.
Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.
Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.
Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

Fonte: Crescer/REVISTA CRESCER|GLOBO 
Republicação: 004-13 Blog Robmaq Moda | Blogueiro: Robinson Silva | Grupo Robmaq | www.robmaqmoda.com.br














sábado, 7 de abril de 2012

Moda para grávidas: o guarda-roupa básico da gestação


Foto: Claudio AugustoAmpliar


Grazi Massafera exibe a barriga de quase sete meses
Desista. Se você está grávida, mais dia, menos dia, suas roupas não vão mais servir e você terá de comprar peças adequadas à nova condição do seu corpo. “O principal erro das mães, principalmente as de primeira viagem, é querer comprar roupa um número maior”, alerta Daniela Lobo, proprietária da Zazou, loja especializada em roupas para gestantes. Achar que roupa de gestante é um desperdício, uma bobagem, e que um manequim a mais resolve é uma equação equivocada.
“Elas acham que vão conseguir usar as roupas que têm no armário, e um dia se dão conta de que nada mais serve”. Claro que ninguém precisa montar um guarda-roupa inteiro com roupas de gestantes, é um estado passageiro, mas que exige conforto ao se vestir. Nas mães de primeira gestação é comum a barriga demorar um pouco mais a aparecer, mas os seios logo exigem atenção. Eles aumentam, ficam doloridos, e pedem lingeries mais reforçadas, de alças largas e com boa sustentação.
No terceiro, quarto mês, mesmo quem está grávida pela primeira vez começa a perceber que a circunferência da cintura e da barriga não é mais a mesma. As calcinhas também devem acompanhar a nova silhueta, assim como os jeans, as calças e as camisas. “Roupa de grávida tem uma modelagem feita para o crescimento da barriga”, explica Daniela.
Ivone Nani, da grife Emma Fiorezi, há 25 anos no mercado de gestantes, também lembra que as grávidas só tem um formato de corpo diferente, mas mantêm a personalidade. “Sempre desenvolvemos a modelagem com esse cuidado, para não ser uma capa para cobrir um corpo, como se fazia antigamente. Cada cava, cada decote, tudo é estudado profundamente para acompanhar a modificação da silhueta feminina”, garante Ivone.


Foto: AgNewsAmpliar
Claudia Leite, outra grávida famosa, veste macacão, peça que muita gestante adora



“Elas precisam provar para entender a diferença”, diz Daniela, em tom de convite. Só vestindo é que a gestante vai perceber o quanto os detalhes fazem diferença no conforto e no contorno de seu novo corpo. “Tem as que preferem jeans que tem malha só no bolso, e só o bolso estica. As peças têm ajustes de elásticos, que podem acompanhar o crescimento da barriga. Tem aquelas que gostam das calças com elástico e malha na volta toda. Quando vestem, costumam perceber que era tudo o que precisavam... e não sabiam.”
Para uma grávida que engorda no ritmo sugerido pelos médicos, de 9 a 12 quilos, a numeração dela não muda. Se era 42, será 42 de gestante. E a tendência é a roupa servir até o final. Daniela ressalta que as peças são confeccionadas com esse propósito. Dos tecidos aos aviamentos, tudo é escolhido para resultar em roupas duráveis. Caso ela engorde além do previsto, essa matemática não fecha, e ela vai ter de mudar de numeração, pois além do alargamento do quadril, do crescimento do peito e da barriga, estará ganhando volume no resto do corpo.
“Antigamente, se vendia muito G, extra G. As mulheres comiam por dois, havia um mito de que a mãe engordar trazia benefícios ao bebê. Hoje, elas fazem acompanhamento nutricional e querem se sentir bem grávidas. Os filhos também são mais planejados, e há um desejo de exibir a silhueta da gestante. Nós temos roupas para todas as ocasiões da vida da mulher grávida, em tamanhos P, M e G, na linha casual e noite, além de homewear”, informa Ivone, da Emma Fiorezi. Confira, a seguir, algumas dicas para montar um guarda-roupa básico para passar a gravidez com conforto e estilo.



Foto: Reprodução
Compra básica: uma calça jeans específica para gestantes
PEÇAS CURINGAS

1 calça preta (legging ou de alfaiataria)
1 calça jeans
1 calça caqui
1 camisa branca (pode montar looks mais clássicos ou mais casuais)
1 vestido preto de malha (mudando os acessórios, pode ser usado no dia a dia e até em um coquetel à noite)
1 camiseta branca

DICAS
Busto: sempre fica maior, pode abusar dos decotes.
Barriga de fora: não é indicado. Se a grávida estiver no fim de semana, na praia, com a família, tudo bem. Mas, na cidade, não é preciso se expor dessa maneira. “A grávida já é muito solicitada, todo mundo pergunta o sexo, para quando é, de quanto tempo ela está... já tem de dar muita informação. É melhor se manter mais reservada no visual”, aconselha Daniela, da Zazou.
Salto alto: se ela estiver acostumada, tudo bem, mas o melhor são os saltos menores, de 4 cm , 5 cm. A gestação altera o centro de gravidade da mulher, muda o ponto de equilíbrio, e o salto não ajuda. O melhor é abusar das rasterinhas, sapatilhas, sem falar que algumas gestantes têm inchaço nos pés e o ideal são sapatos que não apertem muito e que não tenham elásticos.
Lingerie: ela deve procurar as calcinhas com sustentação na barriga. Deixe o fio dental para outros momentos da vida. Hoje em dia há linhas de lingerie pensadas para grávidas, é possível se olhar no espelho e se sentir bem.
Cintura: a medida abaixo do busto é a cintura da grávida. Ela não se altera na gestação e o uso de peças com corte império ajuda a delimitar a diferença do busto com a barriga. A grávida fica com uma silhueta mais elegante. Marcar o fim da barriga também é indicado para quem quer valorizar a barriguinha.


Foto: Divulgação
Looks da coleção Emma Fiorezi: modelagem estudada para acompanhar o crescimento da barriga


Fonte: Site IG/Moda

terça-feira, 27 de março de 2012

Novo Software Para Medidas de Roupas



Comprar roupas on-line é algo que promete: vendas rápidas, estilos atualizados, imagens dos bastidores dos desfiles de moda e entrevistas exclusivas com estilistas. O que todo consumidor quer e nenhum site provê é a garantia de que a roupa vai servir.
Alguns matemáticos de Boston acham que podem ajudar. Eles desenvolveram um programa de computador que usa as roupas que já estão em seu armário, entre outras coisas, para prever se o próximo vestuário vai servir.
A tecnologia, chamada True Fit, algo como "talhe perfeito", foi lançada recentemente em sites de varejistas americanos como Macy's e Nordstrom. A True Fit vai prever o tamanho dos consumidores em cerca de 350 marcas de moda, e espera-se que o número dobre até o fim do ano.
Obter um caimento perfeito logo de cara é um grande sonho do varejo on-line. Vários varejistas nos Estados Unidos dizem que entre 20% e 40% de suas vendas via internet são devolvidas, principalmente por erros no tamanho. Retornos de peças que não serviram são "o maior problema que todos nós temos na internet", diz Stephen Budd, diretor de grupo da BCBG Max Azria Group, uma das grifes que está participando. "Minha esposa é uma vítima", acrescenta. "Ela compra dois deste, dois daquele, e devolve um."
Quando se trata de saber o tamanho do consumidor on-line, "temos de aprender e rápido", diz Colin Johnson, porta-voz da Nordstrom, que agora vê o site Nordstrom.com como um de seus principais pontos de venda.
Contudo, muitas tecnologias usadas para achar o tamanho certo em compras on-line foram testadas e fracassaram. Varejistas já criaram manequins virtuais para os clientes vestirem e instalaram escâners de corpo nas lojas. Mas a freguesia tem relutado em participar de sistemas que requerem muito trabalho e tempo.
Para roupa feminina em particular, tirar o tamanho é difícil. O médio de uma marca pode ser pequeno em outra, principalmente porque grifes de moda desenham suas peças de formas diferentes, usando suas próprias especificações secretas para criar moldes. Lojas on-line normalmente pedem aos consumidores que consultem tabelas de tamanhos ou digitem suas medidas, o que pode tomar muito tempo.
"A fita métrica é imprecisa", diz Bill Adler, diretor-presidente da True Fit. As pessoas muitas vezes medem errado. Quando pesquisadores da True Fit começaram a desenvolver o sistema cinco anos atrás, eles notaram que alguns participantes usavam fitas metálicas, dessas usadas em construção. E a True Fit descobriu um segredinho perverso dos consumidores: até quando fazem compras para si mesmas, as pessoas mentem suas medidas.
A Macy's experimentou, entre outros métodos, um sistema que criava avatares para os clientes, mas ele não funcionou bem, diz o diretor superintendente da Macy's.com, Kent Anderson. A varejista está estudando uma tecnologia futurista que usa a câmera do celular para medir as dimensões do corpo e compara as medidas com as das roupas.
Mas testes da True Fit com jeans da Macy's levaram a uma alta das vendas e reduziram devoluções, e a companhia está trabalhando na expansão da ferramenta para outras roupas femininas, acessórios e, depois, roupas masculinas. "Estou entusiasmado com os resultados", diz Anderson.
Ao contrário da maioria das outras tecnologias para esse fim, a True Fit evita a fita métrica, usando no lugar dela vastas quantidades de dados. Ela tem acesso a um grande número de especificações de vestuários de várias marcas, tanto para homens quanto para mulheres, embora a Macy's e a Nordstrom estejam começando com estilos femininos.
Marc Crossman, presidente da grife americana Joe's Jeans, diz que aceitou dar à True Fit acesso ao banco de dados de modelos e especificações de sua empresa por que ficou animado com o projeto. "Nossa maior preocupação era revelar nossa receita secreta, que é o nosso talhe", diz ele.
Os algoritmos da True Fit calculam o tamanho e a forma do cliente com base em informações dadas por ele ou ela e comparam isso com as especificações das peças que o cliente quer comprar. O programa então pode recomendar um tamanho para cada roupa, descrevendo como espera que ela vá cair em áreas complicadas como busto e cintura. Ele também sugere outras peças que serviriam bem. A empresa informa que o programa está disponível em várias línguas e que planeja uma expansão internacional, incluindo a América Latina.
Os fregueses podem criar um perfil informando sua idade, altura e peso e respondendo a perguntas sobre a forma de seu corpo. (Por exemplo, o programa pergunta em que altura da barriga fica seu umbigo - no alto, no meio ou embaixo.) Então os consumidores escolhem, em seu próprio guarda-roupas, peças que lhes caem bem e identificam as marcas, estilos e tamanhos.
A True Fit afirma que não coleta "informações pessoalmente identificáveis", e que os dados da compra ficam armazenados com os varejistas. Os dados de medidas do comprador vão com ele para a maioria dos varejistas participantes. Assim, alguém pode se registrar no True Fit no Macys.com e receber recomendações de tamanho do True Fit no JoesJeans.com.


Fonte:|http://www.valor.com.br/impresso/wall-street-journal-americas/o-sof...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Guarda Roupa Inteligente - Formas






FORMAS CLASSICAS

Já ouviu falar da forma clássica da brasileira ou do corpo violão? Pois esse é o tipo pera. Os ombros são menores do que os quadris. Cintura e braços são finos e bem desenhados, e os seios, de pequenos a médios.

O mais importante para a silhueta tipo pera é equilibrar o tamanho dos ombros com o dos quadris e atrair os olhares para a parte de cima do corpo. É fundamental marcar a cintura, ainda que de forma leve. Isso deixará sua silhueta mais magra. Outra preocupação deve ser alongar o corpo, especialmente se você estiver acima do peso ideal.

Blusas chamativas, lenços, colares e broches são escolhas certeiras para atrair os olhares para os ombros. Faixas, pences e cintos marcam a cintura. Para diminuir os quadris, aposte em calças, saias e bermudas secas e retas. Cores escuras nessa região também são favoráveis. Aproveite os braços finos e deixe-os à mostra com blusas de mangas curtas ou alças finas.

As suas formas são conhecidas como ideais. Ombros e quadris estão na mesma linha. Os seios são médios, e as curvas, suaves e proporcionais. O ponto forte do corpo é a cintura fina.

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O importante para você é valorizar as suas formas, que são bonitas e harmônicas por natureza, mas com muito cuidado para não modificá-las. Por isso, é importante sempre manter a cintura marcada. Caso contrário, seu corpo perderá as curvas e a sua imagem vai parecer retangular.

Por isso, escolha blusas e vestidos com pences para realçar as curvas. Use casacos com cintos. Valorize os braços bonitos com regatas, blusas sem mangas e decotes tomara que caia. Alongar as pernas é sempre uma boa opção para deixar a silhueta elegante. Aposte nas calças feitas com tecido de padronagem risca-de-giz e nas saias com bainha logo acima dos joelhos.

Ombros, quadris e cintura estão na mesma linha na sua silhueta. As formas costumam ser magras e com poucas curvas. Suas pernas geralmente são finas e, quando você ganha peso, o excesso se distribui de maneira equilibrada.

Seu ponto de ação deve ser focado na falta de curvas. Você pode tanto apostar em artifícios para criar a ilusão de formas, como usar as roupas para esconder ou, pelo menos, desviar os olhares de pontos como a cintura. Além disso, por causa das formas retas, é importante deixar sua aparência mais feminina.

Você pode abusar dos recortes, dos cintos e das faixas para criar uma falsa cintura. Blusas soltas são ótimas escolhas para esconder a falta de curvas. Outra boa alternativa é valorizar a região do colo com decotes, colares ou detalhes de modelagem, como babados e pregas. Assim, os olhares serão desviados de suas formas retas. Aumente os quadris usando saias evasês e calças com bolsos volumosos. Isso é ótimo, pois cria um contraste com a cintura, fazendo-a parecer mais fina.

O volume maior da sua silhueta está concentrado na parte de cima do corpo. Os ombros são sempre maiores do que os quadris. A cintura tende a ser reta, a barriga, saliente, as costas largas, e as pernas, longas e finas, porém bem desenhadas.

Para equilibrar a sua silhueta, você precisa suavizar o peso do tronco, fazendo os ombros parecerem menores, e os quadris, mais volumosos. Outra saída possível é desviar os olhares do alto do corpo, valorizando o seu ponto forte: as pernas.

Para alcançar esse objetivo, procure usar blusas de tecidos molengas, cores neutras e decotes estreitos e profundos para dar leveza ao tronco. Para destacar os quadris, prefira peças estampadas, bolsos ou detalhes chamativos nessa região. E lembre-se de que, com saias, vestidos e bermudas, suas pernas bonitas ganham destaque.

Geralmente, a mulher de silhueta oval está acima do peso ideal para a sua altura. Todas as linhas são curvas e o pescoço é largo. A cintura, em alguns casos, pode ser maior ou estar na mesma linha dos ombros e quadris.

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Você precisa afinar a silhueta, esconder a barriga e chamar a atenção para as áreas mais finas do corpo, como pulsos, colo e tornozelos, além de criar uma falsa cintura. Outra proposta interessante é chamar a atenção para o rosto e também valorizar as suas pernas.

Túnicas, camisas, blazers usados abertos e blusas com decotes ou detalhes verticais são ótimas opções para disfarçar a barriga. Procure sempre deixar a pele à mostra, seja a do colo, seja a dos braços. Decotes em V e mangas curtas destacam essas regiões. Nunca use roupas muito fechadas, como mangas compridas e gola alta. É importante afinar principalmente as coxas e os quadris. Mulheres de pernas bonitas e torneadas devem valorizá-las com saias e vestidos na altura dos joelhos.


Guarda-roupa inteligente

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Qual é o seu tipo de corpo? Aprenda a tirar as medidas para, depois, ver as nossas dicas de looks ideais
Meça a largura dos seus ombros, da cintura e da parte mais larga dos quadris. Mas atenção, não dê a volta completa, tire a medida de uma lateral à outra. Passe-as para um papel e compare-as. Por exemplo, se ombros, quadris e cintura tiverem o mesmo tamanho você é retângulo. Mas, se a cintura é fina, ampulheta. Quadris mais largos que ombros e cintura significa pera. Mas se, em vez disso, os ombros forem maiores, você é triângulo invertido. O corpo oval tem a cintura um pouco maior do que as outras medidas.

TIPO DE CORPO PERA
Ombros e cintura mais estreitos que os quadris.

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TIPO DE CORPO TRIÂNGULO INVERTIDO
Ombros têm medida maior que a cintura e o quadril.

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TIPO DE CORPO OVAL
A largura da cintura é maior que a dos ombros e quadris.

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TIPO DE CORPO RETÂNGULO
Quadris, cintura e ombros têm praticamente as mesmas medidas.

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TIPO DE CORPO AMPULHETA
Ombros e quadris têm a mesma medida, sendo a cintura mais estreita.

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Fonte: Revista Manequim