Você pode fazer praticamente qualquer tipo de conserto com quatro pontos básicos. Se você nunca costurou, talvez seja bom praticar um pouco, para desenvolver a habilidade de fazer pontos uniformes e delicados em linha reta.
• Pesponto: visto de cima, o pesponto parece uma linha contínua de pontos iguais; visto do avesso do tecido, os pontos são duas vezes mais longos que aqueles de cima e se sobrepõem nas pontas. Use um fio único com nó e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado de baixo das camadas de tecido 1/3 cm para a esquerda de onde sua costura começará. Passe a agulha para o outro lado do tecido até o nó. Insira a agulha 1/3 de cm por trás, onde o fio emerge,isto é, onde sua costura começará. Traga a agulha para cima 1/2 cm além desta inserção e puxe bem a linha. Traga a agulha para cima 1/2 cm além desta inserção e puxe a linha para o outro lado. Continue assim, formando pontos com espaçamento igual com cerca de 1/3 cm de comprimento.
• Alinhavo: o alinhavo é usado para manter duas ou mais camadas de tecido juntas temporariamente, durante provas ou modelagem. Talvez você queira alinhavar uma bainha ou punho para garantir que gostaria do comprimento, antes de completar a bainha com uma costura mais permanente. Use um único fio sem nó, para poder puxá-lo com facilidade e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado direito e passe a agulha e linha pelo tecido, para dentro e para fora, duas ou três vezes. Pontos de alinhavo podem ter um centímetro ou pouco mais que isso, de comprimento. Puxe o fio parcialmente para o outro lado do tecido, prendendo a ponta sem nó entre seu polegar e o indicador, de modo a não puxá-lo totalmente. Reinsira a agulha e repita o processo. Deixe a linha frouxa na ponta, para poder removê-la com facilidade.
• Ponto corrido: o ponto corrido, usado para consertos delicados, costuras visíveis e franzidos é trabalhado de forma muito semelhante ao alinhavo, mas os pontos são menores e uniformes. Prenda o fio nas duas pontas com um nó. Use um fio único com nó e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado avesso e passe a agulha e linha pelo tecido, para dentro e para fora, de modo uniforme, duas ou três vezes. Puxe a linha para o outro lado com firmeza, mas evite enrugar o tecido.
• Chuleado: este ponto é usado para prevenir o esfiapamento da borda do tecido. Use um fio único com nó e trabalhe da direita para a esquerda. Insira a agulha pelo lado de baixo do seu trabalho. Puxe a linha através do nó e insira a agulha pelo lado avesso novamente, 1/3 a 1/2 cm à esquerda do nó. Puxe a linha para o outro lado, mas não com muita força ou o tecido se enrugará. Quanto mais propenso ao esfiapamento for o tecido, mais próximos deverão ser os pontos da costura. Mantenha a profundidade dos pontos uniforme e os torne tão rasos quanto possíveis, sem afastar demais as fibras do tecido.
Veja só, costurar não é mais coisa só para vovozinhas. Seguindo as dicas e orientações simples apresentadas neste capítulo, você estará preparado para qualquer projeto que lhe surja pela frente.
ROBMAQ - Consultoria e Representação
(11) 7802-7614
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Uma enfestadeira compacta, versátil e de fácil operação.
Características Técnicas
Modalidades de Enfesto
Opcionais
Maiores Informações (11) 7802-7614
Robmaq Distribuidor Audaces São Paulo
| Audaces Linea |
A enfestadeira Audaces Linea é de fácil operação, através de uma tela sensível ao toque (touch screen), e apresenta uma performance surpreendente em todos os tipos de tecido, além de baixo custo de manutenção, graças aos seus modernos sistemas eletrônicos e mecânicos.
A Audaces Linea foi projetada ergonomicamente para facilitar o carregamento e descarregamento do tecido, reduzindo o tempo gasto na mudança de rolos. A elevada qualidade dos materiais utilizados em sua construção, mais o rigor da concepção e do sistema anticolisão dispostos em todo o perímetro da máquina são mais uma garantia para um produto único e confiável.
A Audaces Linea foi projetada ergonomicamente para facilitar o carregamento e descarregamento do tecido, reduzindo o tempo gasto na mudança de rolos. A elevada qualidade dos materiais utilizados em sua construção, mais o rigor da concepção e do sistema anticolisão dispostos em todo o perímetro da máquina são mais uma garantia para um produto único e confiável.
- Largura útil de trabalho: Versões para até 180, 200 e 220 cm
- Diâmetro máximo do rolo: 60 cm
- Peso máximo do rolo: 50 kg
- Altura enfesto ímpar: 22 cm
- Altura enfesto zig-zag: 12 cm
- Velocidade máxima: 100 m/min
- Consumo máximo de energia: 3 kW
- Especificação elétrica: Trifásico 400v 60 Hz
- Peso da enfestadeira: 400 kg
Modalidades de Enfesto
- Enfesto face única (folha ímpar)
- Enfesto zig-zag
- Enfesto tubular
Opcionais
- Pinça fixa
- Pinça móvel
- Sistema de enfesto tubular
- Sistema de enfesto zig-zag
- Sistema de enfesto face única (folha ímpar)
- Suporte para tecidos volumosos
- Acessório para inverter a face do tecido
- Acessório para tecidos enfraldados
Maiores Informações (11) 7802-7614
Robmaq Distribuidor Audaces São Paulo
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Audaces divulga novo Decreto que reduz impostos das confecções em Santa Catarina
Em dezembro de 2010, o Decreto nº 3.771 que beneficia as empresas do setor têxtil e confecção foi assinado pelo então governador Leonel Arcângelo Pavan.
Em fevereiro, o novo Governador, João Raimundo Colombo, assinou o Decreto Nº 30 de 04/02/2011 - DOE-SC de 04/02/2011, introduzindo as alterações 2.638 e 2.639 no RICMS/SC (Art. 15 do Anexo 2), acrescentando os seguintes incisos:
"Art. 15 [...]
XXXIX - nas saídas de artigos têxteis, de vestuário, de artefatos de couro e seus acessórios, promovida pelo estabelecimento industrial que os tenha produzido, de forma a resultar em tributação efetiva equivalente a 3% (três por cento) do valor da operação.
§ 35. O benefício previsto no inciso XXXIX deverá ser utilizado alternativamente ao disposto no art. 21, IX, e fica condicionado:
I - à apropriação dos créditos relativos à entrada de matérias-primas, materiais secundários, embalagens e bens do ativo permanente correspondentes ao ciclo de produção industrial das mesmas mercadorias;
II - à utilização pelo estabelecimento industrial de no mínimo 85% (oitenta e cinco por cento) de matérias-primas produzidas em território nacional;
III - ao reinvestimento do valor correspondente ao benefício na modernização, readequação ou expansão do parque fabril ou na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos;
IV - ao lançamento do crédito presumido: no livro de Registro de Apuração do ICMS - RAICMS, modelo 9, campo ´Outros Créditos´; no Demonstrativo de Créditos Informados Previamente - DCIP; e na DIME de cada estabelecimento fabricante."
Para conhecer o DECRETO Nº 3.771 DE 30/12/2010 - DOE-SC de 30/12/2010 na íntegra, clique no link: http://contadez.cenofisco.com.br/legislacao.php?id=103079
Veja abaixo o conteúdo completo do DECRETO Nº 30 DE 04/02/2011 - DOE-SC de 04/02/2011.
Introduz as Alterações 2.638 e 2.639 no RICMS/SC.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso da competência privativa que lhe confere a Constituição do Estado, art. 71, I e III, e considerando o disposto na Lei nº 10.297, de 26 de dezembro de 1996, o art. 98, decreta:
Art. 1º - Ficam introduzidas no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação do Estado de Santa Catarina - RICMS/SC, aprovado pelo Decreto nº 2.870, de 27 de agosto de 2001, as seguintes Alterações:
ALTERAÇÃO 2.638 - O art. 15 do Anexo 2 fica acrescido do seguintes inciso e parágrafos:
"Art. 15. .....................................................................
[...]
XXXIX - nas saídas de artigos têxteis, de vestuário, de artefatos de couro e seus acessórios, promovida pelo estabelecimento industrial que os tenha produzido, de forma a resultar em tributação efetiva equivalente a 3% (três por cento) do valor da operação.
[...]
§ 35. O benefício previsto no inciso XXXIX deverá ser utilizado alternativamente ao disposto no art. 21, IX, e fica condicionado:
I - à apropriação dos créditos relativos à entrada de matérias-primas, materiais secundários, embalagens e bens do ativo permanente correspondentes ao ciclo de produção industrial das mesmas mercadorias;
II - à utilização pelo estabelecimento industrial de no mínimo 85% (oitenta e cinco por cento) de matérias-primas produzidas em território nacional;
III - ao reinvestimento do valor correspondente ao benefício na modernização, readequação ou expansão do parque fabril ou na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos;
IV - ao lançamento do crédito presumido: no livro de Registro de Apuração do ICMS - RAICMS, modelo 9, campo ´Outros Créditos´; no Demonstrativo de Créditos Informados Previamente - DCIP; e na DIME de cada estabelecimento fabricante.
§ 36. Para efeito do disposto no inciso II do § 35:
I - considerar-se-á o valor referente à entrada de matérias-primas, a cada ano, a partir da opção pelo regime;
II - poderá ser incluída no percentual de 85% a utilização das seguintes matérias-primas importadas, desde que a importação seja realizada por meio de portos ou aeroportos situados neste Estado:
a) fibras e fios de poliéster, poliamida e viscose;
§ 37. O benefício previsto no inciso XXXIX:
I - não é cumulativo com qualquer outro benefício;
II - poderá ser aplicado inclusive nas saídas internas em transferência para outro estabelecimento do mesmo titular, hipótese em que o crédito presumido será calculado sobre o resultado da aplicação da alíquota cabível sobre o valor referido no Regulamento, art. 11, II."
ALTERAÇÃO 2.639 - Os §§ 11 e 12 e o inciso I do § 14, todos do art. 21 do Anexo 2, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 21. .....................................................................
[...]
§ 11. Para efeito do disposto no § 10, I, consideram-se os valores referentes às entradas de matéria-prima a cada ano, a partir da opção pelo regime.
§ 12. A extrapolação do limite previsto no inciso I do § 10 implica perda do benefício a partir do exercício seguinte ao da ocorrência do fato e obriga o contribuinte a permanecer no regime de apuração normal pelo prazo previsto no artigo 23.
[...]
§ 14. ............................................................................
I - fibras e fios de poliéster, poliamida e viscose; "
Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Florianópolis, 4 de fevereiro, de 2011
JOÃO RAIMUNDO COLOMBO
Antonio Ceron
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Venda Máquinas Costura Industrial - SINGER
A máquina de costura industrial reta Singer modelo 191D, possui design moderno e exclusivo. É de fácil operação, com alta velocidade e lubrificação automática. É utilizada como equipamento básico e fundamental para qualquer segmento na indústria do vestuário.
Para maiores informações contatar: (11) 7802-7614
Organizar Um Ambiente Para Começar a Costurar
Um lugar para cada coisa
Uma vez equipado o seu cantinho de costura com os elementos básicos, você pode agora se dedicar à tarefa de planificar a arrumação mais eficiente para os materiais e utensílios, aproveitando o melhor possível o espaço disponível.
Como em qualquer local de trabalho, o segredo da planificação está cm colocar à mão tudo aquilo que provavelmente será necessário, considerando prioritários os objetos a que recorre constantemente. Certamente você desperdiçará tempo e energia se. cada vez que precisar da tesoura ou de um novo carretel de linhas, tiver de se levantar da cadeira.
Procedendo a uma planificação lógica e cuidadosa, conseguirá poupar esforço e assim aumentar a sua eficiência e o seu prazer em costurar. Dedique-se a esta tarefa com espírito científico, como um especialista de métodos de trabalho ao organizar a linha de produção de uma fábrica.
Coloque-se na posição de trabalho junto à mesa de corte e pense no equipamento que provavelmente irá utilizar — papel de molde, tecido, alfinetes, giz de alfaiate, tesoura, etc. Procure tê-los ao seu alcance quando se deslocar em torno de mesa.
Sente-se à máquina e elabore uma lista de tudo o que utiliza normalmente quando costura — acessórios da máquina, linhas, fitas, botões, colchetes e diversos, tesoura, moldes e instruções, e todas aquelas pequenas coisas que variam de acordo com o tipo de trabalho em mãos.
Procure arrumar o material que anotou na sua lista de modo a alcançar facilmente cada objeto sem que tenha de se levantar da cadeira. Se a sua mesa de trabalho tiver gavetas, guarde nas de cima aquilo a que recorre com mais freqüência. Reserve as gavetas ou prateleiras inferiores para equipamento pouco utilizado e para retalhos.
Se, quando você trabalha à noite, usar uma lâmpada ou um foco ajustável, coloque-o de forma que o interruptor fique facilmente acessível.
Tenha ao seu alcance um cesto de papéis para manter o chão limpo c a superfície de trabalho livre de restos de material.
Uma vez que é impossível planejar um cantinho de costura para cada caso particular, procurou-se com as gravuras desta página e da p. 8 dar exemplos de como móveis e objetos de decoração podem ser inseridos no plano geral.
Com base no princípio de «um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar», poderá adaptar estas sugestões ao equipamento de que já dispõe ou que pode conseguir facilmente.
Comodidade e Segurança
Se por um lado pouco ou nada pode sei feito em relação às dimensões e à forma do seu cantinho de costura, por outro lado tal como acontece numa cozinha, o fato de criar a atmosfera apropriada contribuirá significativamente para minimizar quaisquer inconvenientes inevitáveisNa decoração escolha cores claras, nos locais com pouca luz. As madeiras escuras podem tornar-se mais alegres se as cobrir com algumas demãos de tinta ou se as raspar até obter o tom natural.
Para costurar à máquina durante longos períodos, utilize uma cadeira cômoda e de espaldar reto. Uma cadeira de altura regulável do tipo utilizado em escritórios, pode ser útil se precisar ficar sentada ao cortar e passar ferro já que neste caso uma cadeira normal seria demasiado baixa.
Para aquecimento, evite usar aparelho de chama exposta ou que incluam elementos que possam inflamar os tecidos. Um termoventilador com regulação de calor e frio aquece no inverno sem qualquer perigo e é útil no verão para refrescar.
Evite trabalhar num ambiente úmido pois a umidade pode provocar oxidação nos objetos metálicos ou o aparecimento de mofo nos tecidos. Para que a cor dos tecidos não se altere, proteja-os da luz solar direta. Não guarde couro em locais aquecidos onde este poderá ficar ressecado e, portanto, quebradiço.
Finalmente, o mais importante – A SEGURANÇA
Certifique-se de que os fios e as ligações a terra de toda a aparelhagem elétrica se encontra em perfeitas condições e utilize as tomadas apropriadasNÃO DEIXE fios elétricos estendidos pelo chão em locais onde possa tropeçar nele.
DESLIGUE os aparelhos elétricos quando estes já não estiverem sendo utilizados.
GUARDE produtos lubrificantes e utensílios que possam ferir do alcance das crianças
Click aqui e também saiba quais são os compartimentos ideais para armazenar os materiais de costura.
Em primeiro lugar, considere a mesa de corte, a superfície de trabalho mais necessária e de maiores dimensões e o ponto básico de toda a disposição das peças do molde antes de cortar. O ideal seria uma mesa de corte exclusivamente para esse fim, solução inviável, a menos que disponha de uma dependência só para a costura.
Uma mesa dobrável é uma solução prática no caso de espaços mais reduzidos, pois quando não está em uso pode ser fechada e arrumada.
Caso tenha de trabalhar num quarto de dormir de pequenas dimensões e de utilizar a cama para proceder ao corte do tecido, cubra-a com uma placa de aglomerado de madeira com o tamanho máximo que permita guardá-la convenientemente sob a cama.
Para trabalhar mais comodamente, o tampo da mesa de corte deve ficar ao nível do seu cotovelo, caso você esteja de pé.
Em seguida, considere a máquina de costura. Uma vez que se trata de um objeto demasiado pesado para ser deslocado constantemente de um lado para o outro, o melhor será colocá-la na posição definitiva. Se a sua máquina não se encontra integrada num móvel, ou gabinete, mantenha-a sobre a superfície onde irá ser utilizada ou o mais próximo possível dela. Esta superfície, resistente e firme, deve encontrar-se a cerca de 75 cm do chão, medir 85-100 cm de comprimento e 45-50 cm de largura aproximadamente.
A costura tem como norma o cuidadoso emprego do ferro em todas as fases do trabalho (v. pp. 14 e 15). É necessário, portanto, uma tábua de passar grande e sólida a melhor que puder adquirir. Onde o espaço for limitado, a tábua de passar quando não estiver em uso — pode ser pendurada na parede ou guardada num armário ou num guarda-roupa. Os ferros de passar a vapor com termostato são os mais indicados para assentar as costuras e pinças. Para tecidos pesados e para a confecção estilo alfaiate, utilize um ferro mais pesado.
Para quem confecciona a sua própria roupa é indispensável possuir um espelho de corpo inteiro, que pode ser fixado na porta de um armário ou numa parede.
Conseguem-se com freqüência espelhos adequados por preços econômicos em lojas de móveis em segunda mão. A fixação do espelho a uma porta ou a uma parede, por meio de lâminas de suporte, não oferece grandes dificuldades. Ao escolher o local para a colocação do espelho, certifique-se se há espaço livre suficiente para se poder pôr à sua frente.
Um manequim pode tornar-se num auxiliar tão precioso para costurar que lhe deve dar prioridade ao considerar o equipamento do seu local de costura
Luz Natural
A luz do dia é essencial para cortar, costurar e combinar as cores. O local mais indicado para a mesa de corte é junto de uma janela, mais de forma que a sombra do seu corpo não se projete sobre o tampo. A máquina de costura deve ser colocada próxima de uma janela, de preferência perpendicularmente a esta, de modo que a luz incida sobre o trabalho.
A luz em excesso é por vezes tão prejudicial como a luz insuficiente. A colocação de persianas numa janela atenuará a claridade ofuscante dos dias de verão.
Iluminação
A luz artificial deve iluminar generosamente as zonas de trabalho e deixá-las livres de sombras. Para a iluminação do teto, é preferível utilizar luz fluorescente em vez de lâmpadas comuns, pois, num espaço amplo, ela difunde a luz mais uniformemente. Repare, no entanto, que a luz fluorescente pode alterar as cores; as lâmpadas (luz do dia) dão uma luz neutra que permite harmonizar cores com grande rigor. Focos de luz direta ajustáveis são indicados para trabalhos de acabamento.
Um local de trabalho adequado e bem organizado é o primeiro passo para a costura bem sucedida. Seria ideal que ela correspondesse a uma dependência especialmente preparada e equipada para isso.
No entanto, como hoje em dia poucas são as casas que permitem esta solução, a maioria das mulheres é obrigada a aproveitar apenas um recanto disponível.
A escolha do local
O primeiro ponto a considerar deve ser decidir onde trabalhar com o máximo de eficiência, perturbando ao mínimo as outras atividades.
As condições básicas são espaço, luz e acesso a tomadas. Escolha um local o mais claro e alegre possível.
ESPAÇO. Uma sala de costura especialmente concebida para esse fim terá zonas definidas para dispor os moldes e cortar, para costurar e passar a ferro, para provar e armar, e ainda espaço disponível para arrumações e que permita liberdade de movimentos.
Se tiver de improvisar um cantinho de costura, procure em primeiro lugar um recanto onde possa acomodar a máquina, uma mesa de corte e uma tábua de passar e que proporcione espaço suficiente para trabalhar confortavelmente sem se sentir apertada. Se ainda lhe sobrar espaço livre, tanto melhor.
Para cortar o tecido, é indispensável uma superfície ampla, com cerca de 1,80 m X 90 cm no mínimo, a que se tenha acesso, se não por todos, ao menos por dois dos lados.
Em caso de necessidade, poderá ter de utilizar a mesa de corte para costurar à máquina; e conveniente contar ainda com espaço suficiente para manter a tábua de passar armada, para que possa ir passando a ferro à medida que vai concluindo as diversas fases da confecção.
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