quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Formação da manta

Formação da Manta----------

PROCEDIMENTO VIA SECO


  • Mediante uma esteira com vários rolos giratórios e partindo de fibras cortadas se forma a manta. Os rolos giratórios são recobertos de dentes que são seus suportes. Os quatro procedimentos essenciais para a formação dos não tecidos são apresentados nos seguintes parágrafos.


PROCEDIMENTO DE VIA ÚMIDA


  • As fibras curtas e finas se dispersam em uma massa de água, na qual se filtra por sucção depositando as fibras sobre o filtro formando uma manta a qual se consolida na continuação.


NÃO TECIDO DE FIBRA CONTÍNUA


  • Neste procedimento o não tecido se forma em um só processo contínuo. A matéria prima se funde, se fia através de bocais muito finos obtendo-se filamentos que são esticados em correntes de ar quente.


Consolidação da Manta----------



PROCESSO DE UNIÃO POR LIGANTE


  • As fibras da manta se unem por meio de um ligante.


CONSOLIDAÇÃO TÉRMICA



  • As fibras da manta são soldadas mediante rolos quentes formando o não tecido.

PRENSANDO MESCLANDO POR AGULHA


  • Um tear de agulhas com pequenos dentes penetram na manta e que quando se levantam se Inter mesclam, consolidando a manta.

PRENSANDO POR ÁGUA



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  • A manta se consolida mecanicamente através de jatos de água finos e muito rápidos.




2011 - Blog Robmaq Moda®

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Os números da moda

O mercado de moda
 

Hoje, a moda brasileira consagra-se como um grande negócio, reconhecido internacionalmente. No Brasil, o setor é considerado pelo Ministério da Cultura como uma expressão da diversidade cultural do país e detentora de grande potencial econômico.
Podemos ilustrar o crescimento do setor observando o São Paulo Fashion Week, o maior evento do país que movimenta números crescentes de investimentos. Desde a primeira edição o evento já atraiu cerca de 1,8 milhão de pessoas. Ocorrendo duas vezes ao ano, o São Paulo Fashion Week movimenta no mínimo R$ 1,8 bilhões em negócios, gerando a cada edição mais de 5 mil empregos diretos e indiretos. A cada edição são investidos cerca de R$ 8 milhões no SPFW, sendo que a 29ª edição chegou ao número de R$ 13 milhões investidos.
A cidade de São Paulo conquistou esse ano a 8ª posição na lista mundial de capitais da Moda elaborada pela Global Language Monitor (GLM), tendo subido 25 posições. O Rio de Janeiro, outra capital nacional que exerce influência no setor, se encontra em 18ª posição na lista.
O Brasil é o 6º maior parque têxtil do mundo, sendo o terceiro maior produtor de malhas e o segundo maior na produção de denim. Além disso, o país é auto-suficiente na produção de algodão. Referência nos segmentos jeanswear, homewear e beachwear, o país produz anualmente 9,8 bilhões de peças de vestuário.
O setor têxtil é responsável por 17,5% do PIB da indústria de transformação nacional e por cerca de 3,5% de todo o PIB do Brasil.(5)Toda a cadeia produtiva soma um total de aproximadamente 30 mil empresas, movimentando US$ 46 bilhões/ano e empregando 1,65 milhão de trabalhadores.
As empresas de pequeno e médio porte representam quase 70% da produção, no entanto, a maior parte dos empregos do setor é gerada nas empresas de pequeno porte.
O recorte por público-alvo mostra que são as mulheres as grandes consumidoras de moda no país, correspondendo a 41% da produção, o público masculino 35%, a moda infantil 18% e a moda bebê, apenas 5%.
Em 2008, o saldo da balança comercial foi US$ 1,408 bilhões. Já em 2009 esse número passou para US$ 1,585 bilhões. As exportações totais chegaram a US$ 1,896 bilhões e as importações a US$ 3,481. Segundo Ulrich Kuhn, presidente da SINTEX (Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e Vestuário de Blumenau) em entrevista à 45ª edição da Revista Digital ABIT/Texbrasil, é esperado para o ano de 2010 um aumento de 12% no consumo de têxteis.


Fontes:
www.cultura.gov.br/site/pnc/diagnosticos-e-desafios/manifestacoes-culturais/moda/
www.fashionbubbles.com
www.abit.org.br

Dicas para usar cinto

Sempre a favor da silhueta!


Colorido ou em tom nude, largo ou fino, liso ou estampado, o cinto enfeita o corpo da mulher e dá aquele "tchan" ao visual!


MARQUE SEU ESTILO!
Para você saber como ganhar um charme extra em seu figurino, anote as dicas da consultora de moda Paula Castro, porém, nunca deixe de usar a sua criatividade, pois a "dona do pedaço" é você!
"Os cintos são acessórios indispensáveis no guarda-roupa feminino, pois eles completam maravilhosamente bem qualquer produção", diz Paula. Então, vamos conhecer os modelos mais adequados para o seu biótipo?
Foto Danilo Tanaka
De personalidade forte, Janaína Jacobina só usa o que gosta. No ensaio para a capa, ela adorou o acessório color blocking

BAIXINHAS

Evite cintos muito largos na cintura para não achatar a silhueta e deixá-la ainda menor. O ideal são cintos mais fininhos, que diminuem a linha que se traça entre o tronco e o quadril.

ALTAS

Este acessório é totalmente seu! Finos ou largos, eles vão deixá-la sempre muito elegante. Pode abusar dos cintos largos com bastante recortes e até os com pedrarias.

MUITO MAGRAS

Para as magérrimas, o ideal são peças com bastante informação, pois elas darão mais desenho às curvas do corpo.

GORDINHAS

Para as mais cheinhas temos algumas restrições, pois como você sabe o cinto nada mais é do que uma linha horizontal entre seu tronco e o quadril. Então, faça um teste antes de colocar o acessório. Veja se a silhueta não ficou dividida, achatada e não deixou saliente alguma gordurinha. E isto vale para todos os modelos de cintos. Portanto, todo o cuidado é pouco.



VOCÊ SABIA...
O cinto passou a ser usado pelo sexo feminino em meados de 1850 e foi por influência da art nouveau. Inicialmente era feito do mesmo tecido dos vestidos que as mulheres usavam sobrepostos, ou seja, as conhecidas combinações. Como sempre na moda, as mudanças ocorrem por uma questão de necessidade, assim sendo, novos modelos com fivelas surgiram.
Houve também a inclusão da mulher no mercado de trabalho e o uso da calça comprida. E o que no princípio era para não deixar a calça cair, com o passar dos anos foi se tornando um atributo a mais no visual, pois deixava a mulher muito mais feminina. Foi nessa época que o cinto se popularizou e também se tornou um objeto decorativo, ou seja, um enfeite para o figurino.
Por fim, após a Segunda Guerra Mundial, este acessório passou a ficar um pouco mais largo com o objetivo de ressaltar as curvas da mulher. O termo batizado para esta nova tendência foi o New Look, e se estendeu por toda a década de 1950.
Importante ressaltar que em 1970, as fivelas eram enormes e exuberantes. Com o tempo, alguns episódios de recessão e a inventividade dos nossos designers, este enfeite sofreu grandes alterações e adaptações: do fininho ao mais largo, do sóbrio ao coberto por badulaques e balangandãs, nós encontramos infinitas modalidades.
E como as opções são inúmeras, é impossível gostar de somente um tipo de cinto. Oh! abençoada dificuldade, já que este pedaço de couro, tecido, borracha ou de diversos materiais, deixará você muito mais atraente.


FONTE: Molde & Cia
Por Anna Melo Fotos Divulgação Consultoria Paula Castro

Robmaq Moda

Como colorir seus looks de maneira fashion

ESTAMPAS

O tamanho da padronagem pode aumentar ou não o volume do corpo. Isso acontece levando em conta dois fatores: o tamanho do tema e a cor do fundo.

PEQUENAS EM FUNDO ESCURO
Elas não influenciam, ou seja, não a deixarão mais gordinha ou menos elegante.
fotos ShutterStock

GRANDES EM FUNDO CLARO

Motivos grandes espaçados em estampa com fundo claro tendem a aumentar o volume do corpo, por isso, não são indicadas para mulheres acima do peso. Elas vão bem em looks casuais e combinam com situações durante o dia.

Uma saia, uma blusa ou uma calça com este tipo de padronagem são indicadas para mulheres magras e longilíneas. Para coordenálas, prefira peças neutras e de preferência em tons terrosos ou off white, pois elas não costumam ficar bem com complementos na cor preta ou muito escuros.

fotos ShutterStock
COMPLEMENTOS
O ideal é escolher acessórios neutros (cáqui, bege, off white). Nunca escolha itens também estampados, pois vão conflitar com a estampa da roupa. Uma dica bem bacana é escolher uma das cores presentes na estampa para compor com os acessórios.
Os calçados ou as bolsas pretas não combinam com estampas grandes de fundo claro, pois pesam muito no visual.

PEQUENAS E CONHECIDAS COMO LIBERTY
São ideais para as gordinhas (tema pequeno e fundo escuro). As de fundo claro também podem ser usadas, mas já contribuem para aumentar o volume do corpo. Elas são menos informais e são indicadas em locais mais sofisticados, como festas ou eventos realizados à noite. Observe como rainhas e princesas, como a Kate Middleton, adotam esse tipo de estampa, justamente por serem mais discretas em comparação aos temas florais grandes.
fotos ShutterStock

fotos ShutterStock
GEOMÉTRICAS
Elas são bem versáteis. Possuem uma “cara” mais metropolitana, por isso combinam com peças de alfaiataria ou até mesmo com vestidos e peças para trabalhar. A relação com o tipo físico é a mesma das florais, tanto no tamanho como na cor de fundo.

HAVAIANAS / TROPICAIS
São também casuais e combinam com situações bem despojadas ou figurinos irreverentes. Costumam ser bastante coloridas e dão um toque mais alegre às produções. A composição do look deve ter somente uma peça estampada para não deixar o figurino como o de um filme de “ula-ula”.
fotos ShutterStock

TENDÊNCIAS
A estampa que está com força total nesta estação é mesmo a floral. Vale lembrar que as padronagens de frutas, estilizadas ou reproduzidas que apareceram nos desfiles, poderão ou não continuar na moda. Já as animal print continuam com tudo.



FONTE: REVISTA MOLDE E CIA
http://moldecia.uol.com.br/moda-celebridades-festa/70/artigo235063-1.asp

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

"estilistas desenham uniformes para a seleção"

A seleção brasileira vai entrar em campo de roupa nova para batalhar por uma medalha na Olimpíada de Londres no ano que vem.
O novo uniforme também será usado em jogos de preparação para a Copa de 2014. Será que esse será o "manto da sorte", aquele que ficará marcado como imagem da primeira medalha de ouro olímpica do Brasil?

Divulgação
Modelo do uniforme da seleção brasileira proposto por Amir Slama
Modelo do uniforme da seleção brasileira proposto por Amir Slama
Pensando nas superstições e nas reclamações dos torcedores sempre que um uniforme novo é lançado, a Folha convidou três dos maiores estilistas do Brasil para um jogo criativo: inventar uma roupa da sorte para a seleção.
Divulgação
Uniforme brasileiro criado por Alexandre Herchcovitch
Uniforme brasileiro criado por Alexandre Herchcovitch
O resultado foi do pragmático Alexandre Herchcovitch ao conceitual Oskar Metsavaht, diretor de criação da Osklen. Também passou pelas mandingas muito brasileiras de Amir Slama, um dos maiores nomes da moda praia e de inspiração esportiva do circuito nacional.
Para Herchcovitch, que ficou conhecido entre os boleiros depois que Dunga usou um casaco de sua grife na última Copa, a sorte vem mais fácil quando o time valoriza os elementos práticos, como um corte inteligente que trabalhe a favor da anatomia.
"A ideia é valorizar o corpo por meio de recortes posicionados propositalmente onde se encontram os respectivos músculos. O degradê de cores dá ideia de movimento", declarou Herchcovitch.
Em seu desenho, o estilista botou o número 13, símbolo de sorte para alguns e de bruxa solta para outros.
Já Oskar Metsavaht, designer da Osklen, inventou uma roupa que chamou de manto conceitual, na linha das explorações estéticas que faz em seus desfiles na São Paulo Fashion Week.
"Representa o melhor que temos: nossa fé, nossa união e nosso amor pelo futebol", afirmou Metsavaht.
Cheio de manha, Slama imaginou estampas de figas, fitas do Senhor do Bonfim e outros símbolos da sorte colocadas do lado de dentro da camisa, como se estivessem em contato com o corpo e com o coração dos jogadores.
Sua segunda opção, embora perigosa e inviável em um jogo verdadeiro, funciona muito bem na ficção.
"Imaginei a camisa com um pequeno bolso interno para a colocação do patuá do jogador: um terço, uma foto do filho, enfim, algo de valor afetivo", declarou Slama.
No mundo real, os torcedores comemoram a saída da polêmica faixa verde no peito, que fazia parte da versão anterior do uniforme oficial. Herchcovitch aprova. "Acho que ficou mais limpo e muito bonito", disse o estilista.
O uniforme já está fechado. Agora, resta torcer para que o futebol seja igual a um look de primeira linha: bonito, inventivo e eficiente.
Divulgação
Manto conceitual de Oskar Metsavaht
Manto conceitual de Oskar Metsavaht
Divulgação
Como o manto deve ser utilizado pelos jogadores brasileiros
Como o manto deve ser utilizado pelos jogadores brasileiros

FONTE: Folha Site