domingo, 18 de março de 2012

Furoshiki: prático, bonito e ecológico


Técnica japonesa cria práticas embalagens e bolsas de tecido




O nó do furoshiki é simples, mas muito resistenteO nó do furoshiki é simples, mas muito resistente Furoshiki é uma técnica de embrulho tipicamente japonês feito com tecido. Na sua origem, que remonta ao período Nara (710-794), era utilizado para transportar objetos no dia a dia. Progressivamente, passou a ser usado como embalagem para presente.
Praticamente qualquer tecido pode ser usado para fazer o furoshiki, contanto que seja maleável o suficiente para comportar nós. Tradicionalmente, é feito a partir de um tecido quadrado, com lados de 45, 50, 68, 75, 90, 105, 120, 128, 180, 205 ou 238 cm.
Segundo a tradição, a pessoa leva o presente embrulhado no furoshiki, desembrulha, entrega o presente e leva o furoshiki de volta – basicamente, funciona apenas para transporte.
Nesses casos, há uma parte branca em uma das extremidades do tecido para que o proprietário escreva seu nome. Hoje em dia, porém, o furoshiki pode ser incluído no presente.
Clique aqui para assistir a vídeos que ensinam a fazer o nó básico e três sugestões de uso
Veja no ensaio a seguir alguns exemplos de utilização do furoshiki na forma de bolsas.
Clique em uma das imagens abaixo para visualizar a galeria de fotos do furoshiki


Fonte Site: Madein Japnn/UOL

Fotografia: Rafael Salvador (Nikko Fotografia)
Modelo: Larissa Matsumoto (Top Look)
Produção: Acervo pessoal da modelo
Agradecimento: Claudio Sampei

sábado, 17 de março de 2012

Começa a feira de moda Expovestir, no Centro de Convenções de Goiânia




Edição reúne 103 estandes com produtos vendidos a preço de fábrica.
Com entrada franca, evento termina no próximo domingo (18).

A 27ª edição da feira de moda Expovestir acontece até domingo (18), no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. São 103 estandes com os mais variados produtos vendidos a preço de fábrica. Com entrada franca, o evento é uma promoção do jornal O Popular.
Quem já visitou a feira aprova os preços. “Mal entrei e já estou cheia de sacolas”, conta a cabeleireira Neila Bonfim. Do público total, 90% são mulheres. A vendedora Lucimar Francisca encontrou preços bons e dá a dica: “Quem tiver que comprar compre logo se não, não vai encontrar”.





Serviço 27ª edição Expovestir
Data: quarta-feira (14) a domingo (18)
Horário: todos os dias das 10h às 22h e domingo das 10h às 20h
Local: Centro de Cultura e Convenções de Goiânia
Endereço: Rua 4, nº 1.400, Centro
Entrada franca

sexta-feira, 16 de março de 2012

A relação entre moda, arquitetura e tecnologia


No inicio de fevereiro, aconteceu o Casa Cor 2012 em São Paulo, que teve como tema “Moda, Estilo e Tecnologia”. Jum Nakao, um dos homenageados do evento, fez uma reflexão sobre design, arquitetura e tecnologia, e o que tudo isso tem a ver com o universo fashion. Esse tema despertou novamente uma questão que é alvo de discussões entre profissionais da moda há algum tempo: Afinal, qual é o objeto de ligação entre essas áreas?
De acordo com a jornalista e produtora de moda Lu Catoira, “As vestimentas são um fenômeno social. Tanto que as formas mais expressivas da moda buscam por interpretações sociais, localizadas no tempo, destacando a identidade como processo dinâmico em processo permanente”. Ou seja, a moda, que antes era vista como frescura, hoje é tratada como fenômeno social, capaz de determinar épocas e escrever a história da humanidade. O ato de se vestir é, mesmo que no inconsciente de cada um, uma forma de se expressar para o mundo, para o externo. É algo público e ao mesmo tempo individual, que define comportamentos de acordo com o ponto de vista da sociedade. É, como diria Jum Nakao, uma verdadeira “intervenção na paisagem urbana”. Antes de sair de casa, você veste os seus gostos e estilo e os expressa na rua.
Nesta linha de pensamento, do que é público e do que é privado, temos a arquitetura, que se manifesta de maneira particular, exclusiva. É um design pessoal, criado para o interior de um ambiente, ou seja, o proprietário seleciona quem pode ver, não é uma manifestação pública – salvo os grandes ambientes que estampam as revistas de decorações e o próprio Casa Cor, além de shoppings, lojas e espaços públicos. Mas que também não deixa de ser uma manifestação da sua identidade, uma forma de expressar para os seletos convidados a sua identidade, os seus gostos, o seu estilo. Já consegue enxergar uma linha tênue que separa esses conceitos?
A tecnologia se insere nessa atmosfera através da ascensão de uma classe econômica que antes era invisível e não tinha chance de expressar os seus gostos e interesses. Atualmente, o design e a tecnologia estão de mãos dadas no setor econômico. Os designers de todas as áreas enxergaram a possibilidade de um maior crescimento na área tecnológica e fashion. A maioria da população tem a chance de mostrar para o mundo o seu estilo e (principalmente) status através do seus celulares, carros, computadores, ipos, ipads e todos os “i’s” possíveis, das suas roupas, acessórios ou de uma simples cadeira que enfeita a sua sala. O design evoluiu nos últimos tempos e passou de útil para essencial. É a transformação de sonhos e idéias em realidades palpáveis da maneira mais simples e eficaz, pronta para consumo imediato. O processo de criação de uma vestimenta, do ponto de vista de um designer, é a análise e união das esferas do processo, do produto e da imagem. O resultado é o poder de liberdade de expressão nas mãos do consumidor, a chance de experimentar novos olhares e de materializar seus desejos.
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Matéria: Lorena Bezerra
Site: Profissão Moda

segunda-feira, 12 de março de 2012

Dá para usar mochilas sem parecer adolescente, inclusive no ambiente de trabalho

As mochilas de couro são as melhores opções para homens que usam terno e gravata e que não gostam de usar pastas executivas e bolsas tipo carteiro

As mochilas de couro são as melhores opções para homens que usam terno e gravata e que não gostam de usar pastas executivas e bolsas tipo carteiro
A vida urbana impõe um ritmo acelerado, que faz com que tenhamos que sair direto do trabalhao para algum compromisso social, para a academia, ou mesmo para dar um pulo no supermercado. Estas atividades podem contribuir para que carreguemos muitas coisas ao mesmo tempo, como notebook ou tablet, celular, chaves, muda de roupa, nécessaire e pequenas compras. Se este é o seu caso e você já passou da adolescência, a melhor opção para levar tudo o que precisa é usar mochilas casuais e deixar as esportivas para outras ocasiões. A coluna HORA H traz dicas para você acertar a sua escolha.

Numa avenida movimentada como a av. Paulista, não é difícil encontrar executivos de terno e gravata portando mochilas coloridas e esportivas. Este contraste não é muito bom, porque acaba misturando o universo adolescente ou esportivo com o ambiente de trabalho mais formal. Se você não é adepto de pastas e bolsas do tipo carteiro, o melhor neste caso é usar um modelo de mochila minimalista, com menos detalhes o possível e de preferência em couro, por ser um material mais nobre.

Mochilas chiques ou arrumadas para usar sem perder a linha

Foto 35 de 35 - Mochila da Luxcel, com rodas, alças embutidas e compartimento para notebook; a partir de R$ 219,99, na Le Postiche (Tel.: 11 3588-1688). Preço pesquisado em março de 2012 e sujeito a alteração Divulgação

Muito homem pode reclamar que o couro encarece o preço de uma mochila, e é verdade. Se você não quiser (ou puder) gastar tanto, invista na cor preta, seguindo o conceito do "menos é mais". Ou seja: nada de muitas costuras ou combinações de cores. Os materiais mais empregados neste caso são o poliéster e o náilon, mais duráveis e preparados para aguentar o cotidiano sem rasgar. A lona, mais rústica, pode ser usada por aqueles que não precisam se vestir com tanta formalidade. A vantagem destes três materiais é que são bem mais baratos em relação ao chique couro.

No supermercado

A vantagem de usar mochilas é que elas de fato são práticas e podem ter várias utilidades. Com a onda ecológica que tomou conta dos supermercados, se você não quer entrar na onda das “ecobags” (as bolsas de compras que substituíram as sacolas de plástico), a mochila pode ser uma opção muito boa. Não dá para fazer a compra do mês, mas para artigos menores, este acessório dá conta do recado e ainda te deixa com as mãos livres.

Lembre-se de que, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o peso máximo que devemos carregar na mochila corresponde a 10% do peso corporal, ou seja, se tiver 75 kg dá para carregar até 7,5 kg nas costas. Este é um limite: o ideal fica em torno de 8% do peso. Caso você tenha que carregar muita coisa, o melhor é optar pelos modelos com rodinhas, que não vão sobrecarregar a sua coluna.

Outro fator importante a observar é que a mochila chama a atenção de ladrões, especialmente o modelo com compartimento para notebook. Especialistas em segurança recomendam que se você estiver em aeroportos, não deixe-a solta ou longe da sua vista. No carro, evite colocá-la no banco dianteiro, e coloque-a embaixo do banco traseiro. Em transporte público, como metrô e ônibus, mantenha a mochila na parte da frente do seu corpo.

FONTE: UOL/Moda