domingo, 17 de fevereiro de 2013

O MISTÉRIO DA SAIA MULLET


Mullet é um corte de cabelo curto na frente em cima e no lados e longo atrás. Foi muito popular no início dos anos 1980 até o início da década de 1990. No Brasil, é conhecido popularmente como "Chitãozinho & Xororó", enquanto em Portugal é conhecido como "Chamirro".
O mullet é um corte de cabelo bem do controverso. Ficou famoso como “cabelo de argentino”, assim, com um certo desdém por causa da birrinha estilo 5ª série entre brasileiros e hermanitos.

Gente incrível tipo Patti Smith e David Bowie já tiveram mullets. Chitãozinho & Xororó também (ah, vai, gente, eles são bem legais; é roots, Brasil!). Enfim, dependendo da cabeça, o corte até que tem seu charme.
A Wikipédia atribui a popularização do termo aos Beastie Boys, vejam só.
Mas o termo voltou à mídia, não nas cabeças, mas cobrindo bundinhas mundo afora. O mullet virou nome de saia. Não de qualquer saia, mas da grande mania da hora entre moças fashionistas “around the world”.
A tal saia acompanha o formato do corte: mais curta na frente (tipo uma franja) e mais longa atrás (o famoso ”rabinho”).
E diz que a coisa vem de longe: Nero, sim, o imperador romano, seria fã de um corte similar, segundo relatos históricos sobre sua figura.

A saia mullet tem um pouco desse jeitinho Nero “imperador-lóki” de ser, sabe?
O moço é suspeito até hoje de ter incendiado Roma, embora isso jamais tenha confirmado. E há ainda o mito que, durante o incêndio, ele botou um figurino babado e começou a cantar entre as chamas. Sabe Madonna em “Like a Player”?
As moças de saia mullet também são vistas como suspeitas no tribunal da moda. Suspeitas de “cafonaghy”, o novo nome fashion para cafonice. Mas, como Nero, talvez sejam inocentes dessa acusação.
A saia mullet tem alguma coisa de princesa, de imperatriz. Mas não de uma soberana assim certinha e muito fina. É a saia da princesa loucurinha, que saiu meio rasgada, meio faltando um pedaço da roupa, querendo fazer a doida.
É a gata que queria botar uma mini com uma cauda de vestido da Lady Di, manja?
A saia mullet tem a ver com um certo momento em que a moda tenta, de novo, reabilitar símbolos antigos e decadentes, como a realeza, dando a eles um certo verniz cool e moderninho.
 

Fonte: WIKIPÉDIA * BLOG DA VIVIAN WHITEMAN
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A história da camiseta

Consultoria: Miti Shitara, professora de História da Moda da Faculdade Santa Marcelina
Você sabia que a camiseta, até o início do século passado, era usada somente como peça íntima? Saiba mais curiosidades sobre essa peça básica do guarda-roupa

Antigüidade - Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camiseta, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.
Século 4 - A camiseta continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para leva-lós. A camiseta era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.
1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.
Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camiseta era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.
Até início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.
1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.
2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.
1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.
1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.
1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.
Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.
Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.
Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.
Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.
Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

Fonte: Crescer/REVISTA CRESCER|GLOBO 
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Galliano polemiza na Semana de Moda de Nova Iorque

Processado por comentários anti-semitas, estilista se vestiu de judeu ortodoxo antes de desfile

Processado por comentários antissemitas, estilista se vestiu de judeu ortodoxo antes de desfile<br /><b>Crédito: </b> Reprodução/CP

Processado por comentários anti-semitas, estilista se vestiu de judeu ortodoxo antes de desfile
Crédito: Reprodução/CP

A volta de John Galliano às passarelas, pelas mãos do estilista dominicano Oscar de lá Renta, provocou furor entre os fashionistas em Nova Iorque. O polêmico britânico voltou a provocar desaprovação com um visual com toques de judeu ortodoxo ao andar pelas ruas da Grande Maçã. Antes estrela da maison Dior, ele caiu em desgraça por seus comentários anti-semitas dois anos atrás e apareceu nesta quarta-feira na capa do tablóide New York Post com sua vestimenta e penteado de estilo hassídico, setor muito conservador do judaísmo, o que foi considerado uma zombaria.
"Schmuck!", dizia a manchete do Post, utilizando um termo em yiddish adotado pelo inglês que significa "estúpido", para referir-se ao estilista, que aparece na foto com longos cachos, chapéu e paletó pretos, três "marcas registradas" dos judeus ortodoxos. "O vestuário do estilista contra os judeus zomba dos crentes", frisou o jornal, que cita o líder hassídico do Brooklyn, Isaac Abraham, criticando Galliano por "envergonhar a comunidade judia e fazer dinheiro vestido como as pessoas que insultou".
Mas para outros, por outro lado, Galliano usou o look como uma "forma de expiação" e não como "uma falta de respeito". "Galliano sabia que teria que fazer uma declaração. Então o fez do melhor modo que sabe fazer. Fez da calçada sua própria passarela. E que declaração ele fez", avaliou a editora de moda do próprio NY Post, Serena French.
A carreira de Galliano, de 52 anos, veio abaixo em 2011, quando fez declarações a favor de Adolf Hitler e lançou injúrias anti-semitas em um bar parisiense. Christian Dior o demitiu após 15 anos de trabalho na célebre maison, que ele mesmo fez renascer no setor de luxo, e a justiça francesa o condenou por anti-semitismo e o sentenciou a uma fiança de 6 mil euros.
Mas seu ostracismo terminou, em parte nesta edição da semana de moda de Nova Iorque graças a Oscar de lá Renta, que o convidou a passar várias semanas em seu ateliê para analisar a nova coleção outono-inverno apresentada nesta terça-feira à noite. Desde a entrada do primeiro look na passarela, um trench coat azul turquesa e um chapéu cloche, os especialistas de moda viram de imediato o toque excêntrico e original do estilista britânico.
"Podemos ver a influência de Galliano inclusive na forma da modelagem a cinturada nas roupas", escreveu o analista de moda do jornal The New York Times, Eric Wilson. "Oscar de lá Renta com um toque de Galliano, adorável conversa", comentou Diane Von Furstenberg. No total, Oscar De la Renta apresentou 50 conjuntos elegantes e românticos, alguns com chapéus cloche, típicos dos anos 20, e acessórios que brincavam com as cores.
O estilista dominicano de 80 anos disse que gostaria que Galliano "continuasse" depois da semana de moda, mas que não chegaram "tão longe" em suas conversas. Após o incidente no bar parisiense, Galliano se submeteu a desintoxicação e processou a maison Dior por demissão sem justa causa.

 

Fonte: Arte Agenda/CORREIO DO POVO

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Os vinhos da Borgonha inspiram a cor do Inverno 2013

 

A mudança de estação traz novos ares para a moda, com diferentes silhuetas, estampas e materiais, em que a cor é uma das grandes estrelas.

Assim, para o próximo inverno, uma super tendência já explorada por algumas marcas internacionais e também brasileiras, a exemplo da Triton, Colcci e Tufi Duek, é a cor batizada de “burgundy”.

Inspirada nos vinhos da região da Borgonha, na França, ela é formada pela mistura do vermelho com o roxo e pode ser usada em maquiagens, unhas, roupas e acessórios, formando looks monocromáticos, ou combinada com peças de diversos outros tons, como o azul marinho, o verde escuro e o cinza mescla. Uma boa aposta também para a decoração da casa em estofados, tapetes e paredes.

 

Imagens: reprodução. Por Anacele Guimarães.

Fonte: Moda Arte/UOL

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Com seios pintados, top Kate Upton estrela ensaio em revista

Pelo segundo ano consecutivo, Kate Upton estrela a capa da revista Sports Illustrated e já estão disponíveis as fotos que compõe sessão Swimsuit 2013. A top, conhecida por ter curvas mais acentuadas do que as de modelos tradicionais, foi clicada em diversas partes do mundo, nos 7 continentes. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Kate Upton é reconhecida por ter curvas acentuadas Foto: Divulgação

Kate Upton é reconhecida por ter curvas acentuadas Foto: Divulgação

Para divulgar a novidade, que traz também as fotos de Kate coberta apenas por uma pintura corporal, foi a atração do programa de David Letterman na noite da última segunda-feira (11). A visita deu direito a um enorme pôster da capa da revista na fachada do estúdio, localizado em Nova York.

Esta é a terceira vez que a modelo aparece na revista. A estréia foi no ano de 2011, quando a modelo russa Irina Shayk estrelou a capa.

Em 2013, a revista inaugurou um formato inédito – pela primeira vez, a publicação coordenou ensaios fotográficos ao redor do mundo inteiro, com Kate e mais 17 modelos. As fotos incluem cenários como dunas na África e penhascos asiáticos.

Essa é a terceira vez que Kate ganha destaque na publicação Foto: Divulgação

Essa é a terceira vez que Kate ganha destaque na publicação: Foto: Divulgação

Na capa, Kate aparece à frente de montanhas de gelo, usando um casaco branco entreaberto que deixa parte dos seios à mostra. Confira o resultado clicando na galeria

 

Fonte: Moda/TERRA

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