sábado, 17 de março de 2012

Começa a feira de moda Expovestir, no Centro de Convenções de Goiânia




Edição reúne 103 estandes com produtos vendidos a preço de fábrica.
Com entrada franca, evento termina no próximo domingo (18).

A 27ª edição da feira de moda Expovestir acontece até domingo (18), no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. São 103 estandes com os mais variados produtos vendidos a preço de fábrica. Com entrada franca, o evento é uma promoção do jornal O Popular.
Quem já visitou a feira aprova os preços. “Mal entrei e já estou cheia de sacolas”, conta a cabeleireira Neila Bonfim. Do público total, 90% são mulheres. A vendedora Lucimar Francisca encontrou preços bons e dá a dica: “Quem tiver que comprar compre logo se não, não vai encontrar”.





Serviço 27ª edição Expovestir
Data: quarta-feira (14) a domingo (18)
Horário: todos os dias das 10h às 22h e domingo das 10h às 20h
Local: Centro de Cultura e Convenções de Goiânia
Endereço: Rua 4, nº 1.400, Centro
Entrada franca

sexta-feira, 16 de março de 2012

A relação entre moda, arquitetura e tecnologia


No inicio de fevereiro, aconteceu o Casa Cor 2012 em São Paulo, que teve como tema “Moda, Estilo e Tecnologia”. Jum Nakao, um dos homenageados do evento, fez uma reflexão sobre design, arquitetura e tecnologia, e o que tudo isso tem a ver com o universo fashion. Esse tema despertou novamente uma questão que é alvo de discussões entre profissionais da moda há algum tempo: Afinal, qual é o objeto de ligação entre essas áreas?
De acordo com a jornalista e produtora de moda Lu Catoira, “As vestimentas são um fenômeno social. Tanto que as formas mais expressivas da moda buscam por interpretações sociais, localizadas no tempo, destacando a identidade como processo dinâmico em processo permanente”. Ou seja, a moda, que antes era vista como frescura, hoje é tratada como fenômeno social, capaz de determinar épocas e escrever a história da humanidade. O ato de se vestir é, mesmo que no inconsciente de cada um, uma forma de se expressar para o mundo, para o externo. É algo público e ao mesmo tempo individual, que define comportamentos de acordo com o ponto de vista da sociedade. É, como diria Jum Nakao, uma verdadeira “intervenção na paisagem urbana”. Antes de sair de casa, você veste os seus gostos e estilo e os expressa na rua.
Nesta linha de pensamento, do que é público e do que é privado, temos a arquitetura, que se manifesta de maneira particular, exclusiva. É um design pessoal, criado para o interior de um ambiente, ou seja, o proprietário seleciona quem pode ver, não é uma manifestação pública – salvo os grandes ambientes que estampam as revistas de decorações e o próprio Casa Cor, além de shoppings, lojas e espaços públicos. Mas que também não deixa de ser uma manifestação da sua identidade, uma forma de expressar para os seletos convidados a sua identidade, os seus gostos, o seu estilo. Já consegue enxergar uma linha tênue que separa esses conceitos?
A tecnologia se insere nessa atmosfera através da ascensão de uma classe econômica que antes era invisível e não tinha chance de expressar os seus gostos e interesses. Atualmente, o design e a tecnologia estão de mãos dadas no setor econômico. Os designers de todas as áreas enxergaram a possibilidade de um maior crescimento na área tecnológica e fashion. A maioria da população tem a chance de mostrar para o mundo o seu estilo e (principalmente) status através do seus celulares, carros, computadores, ipos, ipads e todos os “i’s” possíveis, das suas roupas, acessórios ou de uma simples cadeira que enfeita a sua sala. O design evoluiu nos últimos tempos e passou de útil para essencial. É a transformação de sonhos e idéias em realidades palpáveis da maneira mais simples e eficaz, pronta para consumo imediato. O processo de criação de uma vestimenta, do ponto de vista de um designer, é a análise e união das esferas do processo, do produto e da imagem. O resultado é o poder de liberdade de expressão nas mãos do consumidor, a chance de experimentar novos olhares e de materializar seus desejos.
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Matéria: Lorena Bezerra
Site: Profissão Moda

segunda-feira, 12 de março de 2012

Dá para usar mochilas sem parecer adolescente, inclusive no ambiente de trabalho

As mochilas de couro são as melhores opções para homens que usam terno e gravata e que não gostam de usar pastas executivas e bolsas tipo carteiro

As mochilas de couro são as melhores opções para homens que usam terno e gravata e que não gostam de usar pastas executivas e bolsas tipo carteiro
A vida urbana impõe um ritmo acelerado, que faz com que tenhamos que sair direto do trabalhao para algum compromisso social, para a academia, ou mesmo para dar um pulo no supermercado. Estas atividades podem contribuir para que carreguemos muitas coisas ao mesmo tempo, como notebook ou tablet, celular, chaves, muda de roupa, nécessaire e pequenas compras. Se este é o seu caso e você já passou da adolescência, a melhor opção para levar tudo o que precisa é usar mochilas casuais e deixar as esportivas para outras ocasiões. A coluna HORA H traz dicas para você acertar a sua escolha.

Numa avenida movimentada como a av. Paulista, não é difícil encontrar executivos de terno e gravata portando mochilas coloridas e esportivas. Este contraste não é muito bom, porque acaba misturando o universo adolescente ou esportivo com o ambiente de trabalho mais formal. Se você não é adepto de pastas e bolsas do tipo carteiro, o melhor neste caso é usar um modelo de mochila minimalista, com menos detalhes o possível e de preferência em couro, por ser um material mais nobre.

Mochilas chiques ou arrumadas para usar sem perder a linha

Foto 35 de 35 - Mochila da Luxcel, com rodas, alças embutidas e compartimento para notebook; a partir de R$ 219,99, na Le Postiche (Tel.: 11 3588-1688). Preço pesquisado em março de 2012 e sujeito a alteração Divulgação

Muito homem pode reclamar que o couro encarece o preço de uma mochila, e é verdade. Se você não quiser (ou puder) gastar tanto, invista na cor preta, seguindo o conceito do "menos é mais". Ou seja: nada de muitas costuras ou combinações de cores. Os materiais mais empregados neste caso são o poliéster e o náilon, mais duráveis e preparados para aguentar o cotidiano sem rasgar. A lona, mais rústica, pode ser usada por aqueles que não precisam se vestir com tanta formalidade. A vantagem destes três materiais é que são bem mais baratos em relação ao chique couro.

No supermercado

A vantagem de usar mochilas é que elas de fato são práticas e podem ter várias utilidades. Com a onda ecológica que tomou conta dos supermercados, se você não quer entrar na onda das “ecobags” (as bolsas de compras que substituíram as sacolas de plástico), a mochila pode ser uma opção muito boa. Não dá para fazer a compra do mês, mas para artigos menores, este acessório dá conta do recado e ainda te deixa com as mãos livres.

Lembre-se de que, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o peso máximo que devemos carregar na mochila corresponde a 10% do peso corporal, ou seja, se tiver 75 kg dá para carregar até 7,5 kg nas costas. Este é um limite: o ideal fica em torno de 8% do peso. Caso você tenha que carregar muita coisa, o melhor é optar pelos modelos com rodinhas, que não vão sobrecarregar a sua coluna.

Outro fator importante a observar é que a mochila chama a atenção de ladrões, especialmente o modelo com compartimento para notebook. Especialistas em segurança recomendam que se você estiver em aeroportos, não deixe-a solta ou longe da sua vista. No carro, evite colocá-la no banco dianteiro, e coloque-a embaixo do banco traseiro. Em transporte público, como metrô e ônibus, mantenha a mochila na parte da frente do seu corpo.

FONTE: UOL/Moda

domingo, 11 de março de 2012

Tecnologia do Vestuário - Parte 2


ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS NA CONFECÇÃO



1. ARMAZENAGEM



- Nunca armazenar o tecido em pilhas com rolos cruzados (fogueira), pois esse procedimento poderá deformá-lo e causar ondulações no enfesto.

- Ao manuseá-lo, evitar bater com a ponta do rolo no chão.

- O local de estocagem dos rolos deverá estar protegido contra umidade e luz solar direta.

- Sugerimos que o tecido permaneça separado por nuance ou por romaneio quando for o caso, a fim de facilitar a separação para o corte.



2. CONFECÇÃO



2.1 MODELAGEM

- No desenvolvimento dos modelos, é essencial conhecer o valor específico de encolhimento e alongamento (em caso de tecidos com elastano) do tecido a ser trabalhado.

- A alteração das dimensões do tecido durante a lavagem (estabilidade dimensional) deve ser verificada antes de enfestar e cortá-lo, e os moldes devem ser então conferidos em relação à sua estabilidade.

- As dimensões devem ser medidas antes e após as amostras lavadas, depois de acondicionadas por 24 horas, sob pena de resultar em tamanhos errados para peças confeccionadas.

- A peça-piloto servirá como base para o fornecimento dos dados de encolhimento e alongamento e deve ser feita sempre que for recebido um tecido novo.

- Os piques de orientação para as operações de confecção (fechamento lateral, entre pernas, vista, etc.) devem estar indicados na modelagem.

- A marcação do fio do tecido deverá estar indicada na modelagem.



2.2 RISCO

- Nessa operação, deve-se riscar o molde tal que todas as partes sigam a mesma direção de textura (sentido de construção do tecido), para evitar rugas e melhorar a costura.

- Obedecer à marcação do fio indicada na modelagem.



2.3 ENCAIXE

- Posicionar as partes da modelagem de maneira a obter o melhor aproveitamento do tecido.

- O encaixe deve ser efetuado tendo-se como base esquadro e fio de urdume, a fim de evitar que ocorra torção nas peças prontas.

- Os componentes estreitos, como as cinturas, devem ser planejados no sentido do comprimento da peça, a fim de evitar entortamentos e enviesamentos no processo de confecção.



2.4 ENFESTO

- Não utilizar objetos cortantes para abrir as embalagens, a fim de evitar danos à superfície do tecido e, consequentemente, perda de peças confeccionadas.

- As tensões aplicadas durante o enfesto devem ser uniformes e as mínimas possíveis para que não ocorram estiramentos nem ondulações nas ourelas.

- Obedecer às orientações de nuance para evitar diferenças de tonalidade diferente.

- É importante que, após enfestar o tecido, não haja demora demasiada na efetuação do corte, porque, a exemplo de outros materiais celulósicos, mudanças climáticas podem levar ao encolhimento ou crescimento do tecido enquanto ele ainda se encontra na mesa de corte.

- Na eventualidade de usar alfinetes ou grampos para fixação do risco, o que não aconselhamos utilizá-los nas áreas que serão descartadas como retalho.

- Os tecidos com elastano devem descansar em fraldas por, no mínimo, 24 horas antes de ser enfestado, devendo-se evitar tensões excessivas durante o enfesto e não ultrapassar a altura do mesmo além de 15 cm.

- O número de folhas no enfesto para tecidos leves e médios varia de 80 a 100 e, para tecidos pesados, de 60 a 80, a fim de facilitar o desempenho do cortador, diminuir o desgaste do maquinário e manter o nível de qualidade do corte dentro dos padrões aceitáveis.



Obs.: Observar, nos casos de tecidos peletizados, os cuidados no enfesto e na confecção, a fim de evitar a sensação de diferença de tonalidade causada em função do sentido dos pelos do processo de peletização.



Nota: É importante a observação dos defeitos no ato de enfestar o tecido, a fim de diminuir o número de confeccionados classificados como de segunda qualidade.

O tecido da São José é classificado e recebe pontuação por demérito de defeito de acordo com a norma NBR 13484, em que temos a seguinte classificação:



·         Defeitos com até 7,5 cm: 1 ponto

·         De 7,6 cm a 15,0 cm: 2 pontos

·         De 15,1 cm a 23,0 cm: 3 pontos

·         Acima de 23,0 cm: 4 pontos



O tecido é considerado perfeito até 35 pontos por 100 metros quadrados, sendo classificadas como defeito as irregularidades encontradas na superfície do tecido.

Os defeitos de 3 e 4 pontos são considerados mais graves por acarretarem um número maior de perdas em peças confeccionadas e, portanto, recebem uma marcação com pino plástico na ourela indicando o local exato onde o defeito se encontra, a fim de facilitar a visualização e retirada do enfesto.

Em função da gravidade desses defeitos, alguns cuidados podem ser tomados para minimizar o percentual de peças desclassificadas.

- No risco, ao efetuar o encaixe, sempre que possível, procurar deixar pontos de emenda, a fim de facilitar a retirada dos defeitos mais graves no ato do enfesto.

- Caso o tipo de encaixe não permita emendas, procurar, ao enfestar o tecido, visualizar os defeitos mais graves (marcados) e retirar a folha de enfesto que contiver o defeito, aproveitando-a separadamente em riscos e enfestos menores.

- Vale lembrar que a não retirada dos defeitos de 3 e 4 pontos poderá acarretar um aumento significativo do número de peças desclassificadas, uma vez que esses defeitos abrangem quase toda a largura do tecido, e, de acordo com o tipo e o tamanho dos artigos a serem produzidos, cada defeito poderá classificar quatro ou mais peças.



2.5 CORTE

- A precisão do corte é fator fundamental para a boa qualidade no fechamento das peças. A mesa deve ser horizontal e bem nivelada, com superfície lisa e largura uniforme.

- Para obter cortes mais precisos e eficientes, usar lâminas bem afiadas, tomando sempre o cuidado de renová-las quando necessário.

- Observar sempre se a velocidade da máquina de corte atingiu a rotação ideal para o perfeito corte do tecido enfestado, assim como o nível da máquina e as boas condições da mesa.

- No corte dos piques, cuidar para que sua profundidade não ultrapasse 3 mm, evitando-se esgarçamentos futuros.



2.6 SEPARAÇÃO E ARMAZENAGEM DAS PEÇAS CORTADAS

- Evitar marcações no lado direito do tecido com giz, caneta, tintas ou etiquetas colantes, pois podem ocasionar marcas que não somem no processo de lavagem.

- Observar, na separação dos lotes, as marcações de mudanças de tonalidade dos rolos existentes no enfesto.

- Após o corte, as pilhas devem permanecer em local plano e armazenado em paralelo, a fim de evitar ondulações ou vincos que poderão ocasionar problemas na confecção.

- Cuidar para que não haja altura excessiva na pilha, não prejudicando, assim, as peças de baixo.

- Não deixar que os pacotes cortados descansem por muito tempo antes do processo de costura.

Em se tratando de tecidos com elastano, não ultrapassar 48 horas.

- Cuidar para que as amarrações dos pacotes não causem deformações nas peças cortadas, principalmente durante o transporte, quando este for necessário.



2.7 COSTURA

- Deve-se observar a compatibilidade entre agulha e linha de acordo com o peso do tecido.

- Não esticar ou puxar o tecido durante a costura a fim de evitar deformidades.

- Procurar seguir os piques de orientação da modelagem, principalmente nas operações de fechamento, a fim de evitar torções.

- Utilizar no interlock bitola mínima de 1 cm para evitar esgarçamentos.

- Padronizar o número de pontos de acordo com o peso do tecido.

- Observar na formação do ponto a regularidade e a tensão do mesmo.

- As peças confeccionadas com tecidos profissionais não podem ser costuradas com linha 100% algodão, devendo utilizar linhas mistas de poliéster e algodão ou 100% poliéster.

- As peças confeccionadas com artigo PT devem ser costuradas com linha 100% algodão, tomando cuidado, nesse caso, para que os pontos fiquem mais frouxos que de costume, a fim de evitar rompimentos após o tingimento, em virtude do maior encolhimento da linha em relação ao tecido. Pode-se também utilizar linha 100% poliéster na cor em que as peças serão tingidas. Vale lembrar que, nesse caso, não será possível a modificação da cor após o processo de confecção.

- Nas peças confeccionadas com artigos que contenham elastano, utilizar sempre agulhas de ponta bola, reduzir a velocidade das máquinas em 25% e controlar a tensão da linha de modo a obter boa aparência na formação do ponto e na costura. Utilizar máquinas de ponto corrente em costuras que exigem elasticidade.



TECIDOS LINHA AGULHA LINHA BOBINA AGULHA

·         Leves 80 a 120, 80 a 120, 80 a 90, ponta fina/bola.

·         Médios 35 a 50, 50 a 80, 100 a 120, ponta fina/bola.

·         Pesados 25 a 35, 50 a 80, 110 a 130, ponta fina.



INDICAÇÃO DE PONTOS POR CM



TECIDOS PONTOS POR CM

·         Leves 4 a 5 pontos/cm

·         Médios 3,5 a 4,5 pontos/cm

·         Pesados 3 a 4 pontos/cm



TABELA DE PESOS DE TECIDOS CONFORME NORMA NBR 14634

·         LEVE: De 170 a 240 g/m² (5 oz a 7 oz)

·         MÉDIO: De 241 a 410 g/m² (7,1 oz a 12,1 oz)

·         PESADO: De 241 a 410 g/m² (7,1 oz a 12,1 oz)

Observações importantes:

- Bolsos chapados: fixá-los com pesponto duplo (quando em calças) para dar maior segurança.

- Travetes: É recomendada a utilização de travetes nos pontos vulneráveis dos confeccionados, tais como: cantos dos bolsos (traseiro e dianteiro), dependendo do modelo; entre pernas, na junção dos ganchos; final da braguilha e J da braguilha, para dar maior segurança no vestimento da peça; passadores. Para jalecos ou camisetas, recomenda-se arremate nos cantos dos bolsos ou travetes, dependendo da necessidade.

- Caseados: Calças no sentido horizontal para cós e vista, aventais e jalecos no sentido horizontal, camisetas no sentido vertical.

domingo, 4 de março de 2012

Como ser diferente no mundo dos iguais

Sempre me perguntam como ser diferente no mundo dos iguais? Como levar ao consumidor novos produtos, novas tendência e ainda ter preços competitivos para o mercado consumidor.

Bem com certeza esta equação não é nada fácil de ser resolvida, até por que o seguimento da moda no Brasil, ainda de forma geral é um seguimento pouco profissional, e ai é onde esta o segredo. Os nossos confeccionista micro, pequenos médios, devem investir na profissionalização de gestão e de pessoas. Podemos até dizer que o segredo para alavancar parte vem de nossa sensibilidade criativa, mas de nada vale se não investimos e organização e profissionalização.

Para isso e felizmente temos muitas opções quem sabe a mais relevante seja o apoio do SEBRAE em âmbito nacional. Más cabe também aos empregadores de moda, abrirem a porta aos novos profissionais que o mercado esta preparando, com certeza este é o sangue novo que poderá em breve fazer a diferença dentro de nossas empresa.